“Apprendendo”: novo aplicativo para reinventar a rotina da criançada

Você sabia que as crianças podem aprender em qualquer momento e em qualquer lugar? Algumas boas lições não vêm apenas da escola, dos livros, ou da professora, mas podem estar presentes onde a gente menos imagina, nas situações corriqueiras da rotina dos pequenos. A hora do banho, das refeições, ou uma ida ao supermercado com o papai e a mamãe podem ser experiências bastante enriquecedoras para o desenvolvimento dos baixinhos.

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Pensando nisso, o pessoal do Toda Criança Pode Aprender lançou um aplicativo sumpimpa para ajudar a criança a aproveitar todo o potencial de aprendizado presente nos momentos da sua rotina.

Com o “Apprendendo”, o papai e a mamãe podem transformar cada pequena interação com os pequenos em uma oportunidade de aprender mais, com sugestões de atividades simples vinculadas ao seu dia a dia. As atividades são divididas em duas categorias: “Dentro de casa” e “Fora de casa”, apresentando ideias de situações que podem ser promovidas nesses espaços.

Não se trata de um aplicativo para uso das crianças, mas dos adultos, para promover e enriquecer ainda mais os momentos de interação. Ele está disponível para ser baixado gratuitamente tanto na Google Play Store, para Android, quando na Apple Store, para os dispositivos IOS.

Veja como funciona:

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Desenvolvido por especialistas em educação formados na USP e em Harvard, todo o conteúdo foi pensado para faixas etárias específicas, que vai de um ano de idade até dez anos. Para saber mais sobre como funciona o aplicativo e o jeito mais fácil de usar, basta clicar aqui. E acompanhe também o site oficial do projeto.

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Volta às aulas: cardápios para uma lancheira saudável

Na hora de montar a lancheira da criançada a regra é clara: mais cascas e menos pacotes! Porém, dispensar os produtos industrializados do lanchinho escolar dos pequenos nem sempre é tarefa fácil. As tentações deliciosas são muitas e tudo vem prontinho.

Porém, estamos aqui para provar que é possível montar uma lancheira saudável, atraente e prática para turbinar o clima de volta às aulas da criançada! Confira alguns exemplos de cardápio:

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Cardápio 1: Sanduíche no palito com pão integral, queijo, peito de peru ou presunto, pipoca, cenoura ou pimentão cortados, uva de sobremesa.

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Cardápio 2: Pão sírio recheado com frango cortado em tiras, requeijão, ervilhas e maçã cortada em fatias.

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Cardápio 3: Wrap recheado com presunto (ou outra proteína, como o frango), queijo, alface, cenoura, tomatinho cereja, maçã e bolo de banana.

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Cardápio 4: Misto quente de presunto com queijo, banana cortada, uva e uma porção de frutas vermelhas.

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Cardápio 5: Frango desfiado com queijo, biscoito salgado, cenoura, maçã e biscoito doce integral.

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Cardápio 6: Sanduíche de presunto e queijo, porção de tomatinhos cereja, maçã e biscoitos de cacau.

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Cardápio 7: Sanduíche recheado com queijo, tomatinho cereja ou cenoura picada, uva, chips de banana (hiperlink com a receita no blog) ou uma porção de cereais como castanha, amêndoa ou pistache.

De acordo com os nutricionistas, uma lancheira ideal deve conter: um tipo de proteína, um tipo de carboidrato, frutas, legumes e alguma bebida, de preferência sucos, chás ou água de coco. E, claro, um boa pitadinha de criatividade! :)

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Jardim de flores: Elian Tropical 2017

Quando a imaginação das meninas entra em ação, o quintal de casa vira um jardim encantado repleto de cores! A mistura de tons delicados e o frescor dos florais embala as brincadeiras que as baixinhas mais gostam e inspiram os looks da coleção Tropical 2017. Estampas que traduzem todo o encanto, delicadeza e alegria que as pequenas já têm de sobra.

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Nesta temporada, os florais aparecem em maxi estampas com tons pastéis e efeito aquarelado. Sem falar nos babados e amarrações, que surgem nos looks para deixar o visual ainda mais romântico e irresistível. A escolha de malhas leves e maleáveis garantem o frescor dos looks, com conforto de sobra para as meninas curtirem de montão.

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Os florais também aparecem em estampas rotativas em dimensões minimalistas. Os tecidos mais rígidos e armados conferem um charme a mais às peças.

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Quando colocar a criança em uma escola de idiomas?

O pequeno está assistindo um desenho e balbucia uma palavra em inglês… Essa cena está cada vez mais comum entre as famílias, não é, mamãe? Ela é a prova de que, graças à popularização do acesso a canais por assinatura, smartphones e tablets, as crianças estão cada vez mais expostas a diferentes línguas. Diante disso, pinta sempre a dúvida: será que já chegou a hora de aprender o inglês?

A aprendizagem de um segundo idioma na infância possui uma série de vantagens. A primeira é que o cérebro da criança é bastante flexível e receptivo a uma nova língua, pois ainda está formando as suas conexões de linguagem. Isso com certeza torna o aprendizado mais fácil. Não é à toa que eles aprendem apenas ouvindo os personagens da televisão. Eles absorvem a língua apenas pela audição, como acontece com o português.

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Além disso, está comprovado que crianças que aprendem uma nova língua possuem um desenvolvimento cognitivo e uma capacidade de concentração maiores do que as crianças que não têm esse contato. Segundo a Enciclopédia sobre o Desenvolvimento na Primeira Infância, as crianças bilíngues possuem desempenho melhor em testes de cognição, em atividades que demandam controle e atenção e também cometem menos erros gramaticais.

 

Porém, a aprendizagem precoce de um novo idioma ainda é um tema que divide a opinião dos especialistas. Pois, por mais que nessa fase a criança esteja aberta a uma outra língua, corre-se o risco de confundi-la no uso das palavras na língua materna. Por isso, o ideal é esperar que a criança esteja bem familiarizada com o português, primeiramente. É preciso que a criança já fale sem dificuldades e tenha um bom conhecimento de como se formam as palavras, para que comece a aprender um novo idioma. A idade varia de acordo com cada criança.

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E mesmo se depois dos 4 anos a criança ainda fala com dificuldades, tem atrasos de atenção e problemas da aprendizagem da língua portuguesa, é melhor esperar mais um pouco para introduzi-la em um novo idioma. Porém, assim que perceber que seu filhote está preparado, existe uma série de aplicativos, jogos e outras formas de entretenimento que podem introduzi-lo em uma nova língua de maneira divertida. Aproveite!

 

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Como evitar o xixi na cama

Seu filho está fazendo xixi na cama? Algum escape durante a noite pode ser bastante comum, principalmente por volta dos dois ou três anos de idade, fase em que a criança começa a deixar as fraldas definitivamente. Durante esse período de transição, a criança ainda está acostumada a liberar o xixi involuntariamente à noite, e mesmo que já consiga controlar a micção durante o período do dia, o xixi na cama acaba ocorrendo.

Contudo, a partir dos quatro ou cinco anos de idade, quando a criança já tem total capacidade de controlar o próprio xixi, é que as escapadas durante a noite começam a merecer uma atenção especial. Quando elas se tornam mais frequentes, pode ser que o baixinho esteja com uma disfunção chamada “enurese noturna”, que consiste na perda involuntária da urina durante o sono. Suas causas são variadas, desde desequilíbrios na produção do hormônio antidiurético, até fatores emocionais, como ansiedade ou insegurança.

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Em todos os casos, o primeiro remédio será a paciência. Durante o desfralde, é bom colocar um despertador para acordar o pequeno em horários fixos durante a madrugada para fazer o xixi, mesmo que isso renda algum protesto ou choro. O ideal é ir tornando os horários cada vez mais espaçados: de três em três horas, depois de quatro em quatro, cinco em cinco, até não precisar mais.

Fazer pequenas adequações na rotina da criança também vale. Evite oferecer líquidos à noite antes de dormir e peça para a criança ir ao banheiro pelo menos três vezes entre a hora do jantar e a hora de ir para a cama. Outra alternativa é o chamado “tratamento vesical”, que consiste em oferecer uma quantidade maior de líquidos durante o dia para a criança treinar a sua bexiga a segurar o xixi por mais tempo.

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Como o processo demanda algum tempo para surtir efeito, é bom não brigar com a criança quando acontecer algum escape eventual. Como se trata de um reflexo involuntário, a criança não tem culpa pelo xixi e reprimi-la pode deixá-la ainda mais ansiosa e agravar a situação.

O ideal é sempre optar pelo reforço positivo. Fazer um calendário semanal e colar adesivos com carinha sorridente para os dias secos pode ser um grande incentivo para a criança observar a sua evolução concretamente. Dar alguns brindes de pequeno valor também é válido. E, claro, nada de ceder à vontade de voltar a usar a fralda durante a noite. Regredir, jamais!

Se, mesmo assim, os escapes durante a noite não diminuírem, é importante recorrer à ajuda de um profissional, um pediatra ou médico urologista.

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