Bebê

Começando a caminhar

Untitled-1

Ajudar seu filho a se desenvolver de maneira adequada, de acordo com a idade em que ele está, é um dos maiores desafios para os papais e mamães de primeira viagem, não é? Sempre fica a dúvida: estou forçando muito? Estou estimulando pouco? Quando o assunto é ajudar seu pequeno a dar os primeiros passos, não é diferente.

De modo geral os bebês começam a engatinhar antes de completarem um aninho, lá pelos nove ou dez meses de vida. Já os primeiros passos costumam ocorrer depois do período de um ano e dois meses. As dicas são:

1)      Em casa, deixe seu filho descalço, para que ele sinta bem onde está pisando.

2)      Abra espaço: deixe bastante espaço livre para as tentativas de caminhada dele.

3)      Evite os andadores: com eles, as crianças não apoiam o pé no chão da forma correta para conseguir caminhar.

Deixar um comentário

Por que os bebês gostam de jogar tudo no chão?

bebe_brincando (Foto: ThinkStock)

Um bebê de poucas semanas gosta tanto de jogar as coisas no chão quanto um de 8 meses. No primeiro e no segundo caso, trata-se de uma ação automática, cuja motivação ainda não foi esclarecida pelos especialistas. Ao continuar agindo assim entre 1 e 2 anos, a criança começa a explorar os objetos, a perceber que essa brincadeira tem outras consequências, inclusive a de ver o pai e a mãe irritados enquanto se abaixam para pegar uma colher no chão. Essa atitude é uma forma de aprendizado, embora os adultos possam não encarar dessa maneira. Para uma criança pequena, é a chance de entender que objetos desaparecem e reaparecem, enquanto para uma mais velha, pode significar a descoberta de sons diferentes.

Claire Lerner afirma que essa dinâmica tem grande valia. “Você pode ensinar muito a partir dos interesses do seu filho, neste caso, incentivando a percepção dos sons”, sugere. Ou seja, o tilintar agudo da colher caindo no chão é pura informação para ele e vale ressaltá-la, chamando sua atenção para o barulho. E se for o caso de repreendê-lo – porque, convenhamos, você ficará cansado de recolher objetos tantas vezes ao dia –, converse com seu filho e ajude-o a entender que sabe que ele está se divertindo, mas que nem tudo deve ir ao chão. Isso não requer raiva, castigo ou alteração de voz.

Quando os nervos falam mais alto, os circuitos cerebrais da criança deixam de funcionar adequadamente e ela não aprende mais nada. Para se ter uma ideia, pesquisadores da Universidade de Oregon (EUA) mapearam a atividade cerebral de bebês de 6 a 12 meses cujos pais brigavam frequentemente e verificaram que as áreas ligadas ao estresse reagiam excessivamente ao ouvir vozes exaltadas, interferindo no controle emocional e no aprendizado.

Fonte: Revista Crescer.

Deixar um comentário

Chupeta ou não, eis a questão!

pacifier

Chupetas que são verdadeiros parques de diversão. Sim! chupetas coloridas, com guizos, e outras diversões inseridas nesses acessórios são colocadas para para torná-lo além de hábito, um brinquedo. Mas cuidado: é aconselhável que se evite o uso desse acessório.

Apesar de sugar ser um hábito natural para o bebê, usar chupeta não é saudável. Isso porque a chupeta:

– Altera a arcada dentária;

– Diminui a força muscular na boca;

–  Posiciona a língua de forma errada na boca;

– Ocasiona problemas de fala.

No caso de você já tê-la introduzido no cotidiano do seu filhote, evite oferecê-la sempre. Tenha bom senso: só ofereça quando o bebê ou a criança ficar agitada, e começar a colocar o dedo na boca.

Esterilize periodicamente a chupeta com água fervente por 5 minutos. E, sempre que possível, lave-a com água corrente (sem sabão, é claro)! Evite ao máximo o acessório no dia a dia. Permita que o bebê use-a somente para dormir, e lembre-se de retirá-la quando ele pegar no sono. Se a criança usa continuamente, programe a retirada da chupeta. Evite que a criança use-a até os 5 anos.

Na creche é melhor não permitir o uso da chupeta. Converse com a professora e programe com ela uma rotina, para evitar que a criança torne a chupeta um hábito. Na hora de escolher a chupeta, opte por chupetas de bicos ortondônticos inclinados, de silicone com armações vazadas. Elas evitam asfixia,  dão um bom posicionamento da língua na boca, e, por serem de silicone , não permitem tanta aderência de bactérias.

Deixar um comentário

Purê de banana

pure-de-banana-1Bebês com mais de 6 meses frequentemente não conseguem se satisfazer com a amamentação  noturna. Mamães e papais de todo o Brasil passam noites em claro ninando e dando de mamar para esses fofos.  Apesar de a amamentação parecer insuficiente, é preciso insistir: os pediatras recomendam que uma criança deva ser amamentada até os 2 anos de idade ou mais, e o desmame não deve ser brusco: ele deve acontecer com a introdução gradativa de papas, purês e frutas na alimentação.

Não retire seu bebê da amamentação muito cedo. Ele precisa muito do seu carinho, atenção e anticorpos que só a mamãe através da amamentação pode oferecer para o neném. Lembre-se que casos em que o leite materno fraco é fraco ou não existe em quantidade suficiente geralmente é mito, salvo em casos médicos, que são muito raros.

Dica de complementação alimentar: no jantar, ofereça um purê ou papas. A introdução desse tipo de alimento fará com que seu neném sinta menos fome durante a madrugada. Antes, consulte seu pediatra para que ele autorize o início da introdução desse tipo de alimento na dieta do seu pequeno. :)

 

Ingredientes:

. 1 banana com casca;
. 1 xícara de água.

Modo de preparo:

 Coloque a banana, com sua casca, para cozinhar dentro de um recipiente. Utilize para isso a  medida de uma xícara de água. A medida da água pode ser alterada devido ao espaço e ao tamanho da banana!

Espere ferver.

Depois de cozida, retire a casca da banana eliminando as pontas. Amasse-a com um garfo até adquirir a consistência de uma papa.

Deixe esfriar por alguns minutos.

Com ela à temperatura ambiente, você pode servir em pequenas porções ao neném.

Lembre-se de sempre testar a temperatura antes de oferecer o purê ao bebê.

Uma dica: com a ponta da colher retire uma pequena porção de purê, e coloque o sobre as costas de sua mão. Como esse é um lugar muito sensível, você poderá perceber se já está na temperatura agradável para o seu neném.

Deixar um comentário

Viagem divertida

30-travelchildren

As festas de final de ano estão chegando e nessa época muitas famílias costumam fazer passeios curtos ou viagens longas. Para quem tem crianças pequenas, existem algumas dicas simples que facilitam a dinâmica da viagem e fazem toda a diferença para a satisfação dos pequenos e do papai e da mamãe. São estas:

1. Tentar fugir do calor

Mesmo que o veículo tenha ar condicionado, as crianças costumam a ficar inquietas, quando não resfriadas, devido a queda de temperaturas de um ambiente para outro. Para evitar contratempos, opte por viajar o mais cedo possível, para fugir de em que a temperatura esteja muito quente.

2. Não se esquecer do travesseiro

A cadeirinha e o bebê-conforto geralmente não são tão confortáveis assim, por isso tente deixar seu filho o mais confortável possível para dormir – um travesseiro pequeno e apropriado para crianças ajuda bastante.

3. Levar um ou dois brinquedos favoritos

Pode ser um bicho de pelúcia, uma boneca ou outro brinquedo que seu filho adora. Com esse artigo por perto, a criança vai ficar feliz e se sentir segura porque terá com ela algo que conhece e se identifica.

4. Usar a tecnologia a seu favor

Principalmente se seu filho estiver muito incomodado e cansado com a viagem, colocar um vídeo no smartphone ou no tablet ou então um DVD pode ser de grande ajuda. Podem ser vídeos animados com música, filmes (se seu filho já for maior e conseguir assistir) ou até jogos eletrônicos.

5. Fazer brincadeiras com toda a família

Passar horas no carro é cansativo não só para as crianças, mas também para os adultos. Então, fazer brincadeiras pode ser uma boa forma de passar o tempo. Com as crianças mais velhas, além de cantar, você pode fazer adivinhações.

6. Inventar brincadeiras novas

Se você tem bebê, sabe como qualquer coisa muito simples pode ser algo muito divertido para o pequeno, como encher uma garrafinha de pedrinhas ou brincar de “dedoches”, fantoches de dedinhos.

7. Não se esquecer de água e comidinhas

Além de água e suco, você pode levar frutas (lavadas, cortadas e em potinhos), pão ou outro alimento que seu filho goste e o distrai ao mesmo tempo.

8. Levar documentos e remédios

Lembre-se de sempre andar com os documentos da criança em dia, como a carteirinha do convênio, além de levar os remédios e suas receitas. Se seu bebê ainda não tem identidade, você vai precisar levar a certidão de nascimento.

9. Faça paradas estratégicas

Aproveite as paradas para “esticar as pernas”, trocar a fralda do bebê ou, se ele já andar, para ele também caminhar. Se seu filho já souber ir ao banheiro, tente descobrir antecipadamente qual posto ou espaço de lazer no caminho da viagem é bom para isso (e mais limpo). A parada também é um bom momento de distração. As crianças adoram ver paisagens e animais diferentes, além de descobrir coisas novas.

10. Crie expectativas

Apesar de cansativa, tente fazer da longa viagem uma aventura que terá uma “atração” no final, como a criança matar a saudade dos avós ou, se for o caso, conhecer um lugar novo e divertido (quando o destino for praia ou campo nas férias, por exemplo).

Fonte: Mariana Branco (Blog Mamãe Prática).

Deixar um comentário