Comportamento

Saúde: Aprendendo a falar certo

Sabe aquela história de achar bonitinho ver a criança falando errado? Saiba que é importante ficar atento aos sinais pois, omitir ou acrescentar letras nas pronúncias nem sempre é saudável, e pode ser sintoma de algum distúrbio na fala.

Mas, até que idade é normal a criança se enroscar com as palavras? O desenvolvimento completo da linguagem dura, em média, quatro anos. “Cada criança, no entanto, tem um ritmo. Enquanto algumas pronunciam as primeiras palavras aos 10 meses, outras começam a falar com 1 ano e meio. As duas situações são perfeitamente normais”, explica a fonoaudióloga Renata Santiago Donegá, do Hospital e Maternidade São Camilo, em São Paulo.

Além disso, é essencial haver um estímulo dos pais. “Daí a importância de falar certo com a criança, o que inclui não infantilizar a linguagem. A prática pode ser engraçadinha, mas prejudica a memória auditiva de quem está aprendendo a falar”, destaca a fonoaudióloga.

Bons estímulos
- Descreva as atividades do dia-a-dia em voz alta para a criança.
- Ensine-a a usar o telefone.
- Leia histórias maiores.
- Incentive-a a falar sobre os amigos, tarefas escolares e programas de TV.
- Mostre interesse pelos assuntos da criança, prestando atenção em suas histórias.

O mais importante é dar a devida atenção para as conversas com a criança e, se notar sinais de atraso excessivo na evolução das pronúncias ou, pior ainda, seu filho não tentar se comunicar, é necessário consultar um especialista, pois o problema pode ser mais grave e requerer tratamento.

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Comportamento: Como lidar com as crises de birra das crianças

Nenhum pai e nenhuma mãe quer passar por isso mas, quando menos se espera, já está lidando com a situação: seu filho chora, grita e esperneia fazendo birra em um lugar público, na esperança de reverter a sua decisão de não ceder a algum pedido dele. Mas, de quem é a culpa por essa reação?


O teatrinho, na grande maioria das vezes, acontece em razão do sim dos pais para as vontades das crianças. Seja sendo permissivos demais, acomodados ou sem paciência, muitos pais acabam sempre, ou na maioria das vezes, cedendo a todas as vontades dos filhos para não ter que lidar com a reação à frustração das crianças. O que é um grande erro.

Por outro lado, nem tudo que é demais é bom. Pais muito autoritários, por exemplo, acabam gerando filhos tímidos e com pouca criatividade. É necessário ter o bom senso e dosar um meio termo na hora de impor respeito aos filhos.

Confira algumas dicas valiosas que vão ajudar a evitar esse tipo de comportamento:

  • Pais são pais, e não amigos. Podem (e devem) ser pais amigos, mas nunca deixar de exercer o seu papel de pais. São os pais os responsáveis pela educação da criança e, cabe a eles, impor respeito e ensinar os limites. Deixem que o vovô e a vovó mimem ;)
  • Brinquedo é diferente de brincadeira. A criança precisa dos momentos de brincadeira com os pais e não que eles apenas lhe comprem brinquedos. É através da brincadeira que os pais impõem limites, dão carinho, atenção e amor.
  • Até seus três anos de idade, a criança entende mais uma ação do que uma palavra. Por isso, ao dizer “não mexa” retire a mão da criança do local inadequado.
  • Antes de sair de casa, estabeleça regras com o pequeno. Por exemplo, combine a quantidade de guloseimas que ele poderá escolher.
  • Ao ter uma crise de birra, a criança mal consegue ouvir o que lhe é dito. Os pais devem ser firmes com os filhos e jamais ceder ou bater na criança. Bater gera apenas mais raiva e medo.

Ninguém disse que seria fácil ser pai e mãe, mas sim que valeria a pena! ;)

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Comportamento: Como ensinar boas maneiras às crianças

Um antigo ditado diz: “Educação vem de casa”. De fato, é responsabilidade dos pais ensinarem as crianças noções básicas de higiene, de como tratar as outras pessoas e se comportar na mesa.

Baseados na teoria dos Marcos do Desenvolvimento, que já foi tratada aqui no blog, elaboramos um guia simples para ajudar nessa tarefa que nem sempre é fácil. Acompanhe:

 

Até 2 anos
1 – Já está na hora de aprender que nem tudo se come com as mãos.
2 – Se o pequeno já estiver com a fala bem desenvolvida, comece a ensinar as palavrinhas mágicas: Por favor, com licença e obrigado (a).

Aos 3 anos
1- Substitua a colher pelo garfo e o prato infantil por um fundo. Ensine a lavar as mãos antes e depois de comer.
2- Hora de ensinar a não sair para qualquer lugar com pessoas desconhecidas.

Aos 4 anos
1- Ofereça uma faca sem ponta, estimule seu filho a cortar os alimentos moles e mostre como se empurra a comida até o garfo.
2- Ensine a guardar os brinquedos depois de brincar.

Aos 5 anos
1- Está na hora de trocar o prato fundo pelo raso.
2- Mostre como e quando os dentes devem ser escovados. Deixe seu filho fazer isso sozinho. Depois fiscalize e, se não estiver certo, ensine novamente.

 


Aos 6 anos
1- Introduza o copo de vidro, mas encha-o até a metade.
2- Mostre como o banho deve ser tomado. Permita que a criança banhe-se sozinha pelo menos uma vez por semana.

Aos 7 anos
1- Deixe seu pequeno colocar a mesa e mostre que a faca fica do lado direito do prato, o garfo e o guardanapo do esquerdo.
2- Permita que seu filho escolha a roupa para vestir mesmo que as combinações não fiquem da melhor forma possível.


Apoiar e estimular a independência das crianças é apostar na formação de um adulto saudável.

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Saúde e bem-estar: Como manter e melhorar a sua saúde mental

Estudos associados ao poder do pensamento positivo para prevenir e tratar doenças estão cada vez mais avançados. Mas, é difícil policiar a mente a todo o momento. No dia a dia enfrentamos problemas que podem atingir até a mais bem humorada das pessoas.

Para não deixar-se abater, algumas atitudes são fundamentais:

Mantenha o equilíbrio
Não se desespere. No desespero não conseguimos enxergar a situação com clareza. Como resultado, nos precipitamos e acabamos cometendo erros que pioram o quadro. Então, respire fundo, pare um segundo e comece a por suas ideias em ordem.

Quando sentir que está prestes a perder a calma, conte até 10 de trás para frente.

Sorria, bom humor faz bem para a saúde
A felicidade é um tônico fortificante do organismo. Já foi comprovado pela ciência que esse “estado de espírito” interfere diretamente no tratamento de doenças como o câncer, por exemplo. Para ter sempre uma boa dose desse “santo remédio”, mantenha um posicionamento otimista diante dos problemas. Procure tirar uma lição das dificuldades, repita para você mesma: “Tudo tem sempre uma solução”.

 

Nada de sofrer por antecipação
Sabe quando você vai poder fazer alguma coisa para resolver um problema? Quando esse problema vir bater na sua porta. Antes disso é besteira ficar se preocupando com o que pode vir a acontecer. Essa atitude tira o foco de outras coisas boas que podem estar acontecendo ao seu redor.

Concentre-se no aqui e agora. Somente no presente você pode fazer alguma coisa.

No demais, aceite-se. Cuide de você mesma como cuidaria da sua melhor amiga!

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Comportamento: O primeiro dia de aula

Esse é um marco na sua vida e na do seu filho. É o primeiro dia em que ele vai deixar de compartilhar apenas o mesmo espaço com você e ingressar em um ambiente todo pensado para atender as necessidades dele.

Novos rostos, novos sons e novos cheiros. Tudo isso pode ser muito assustador, por isso é normal presenciar àquela choradeira de criança nos corredores das escolas. Elas não querem desgrudar dos pais.

Mas existem algumas técnicas para tornar esse momento menos traumatizante para pais e filhos.

- Visite a escola com o seu filho. Explique para a criança que aquele espaço é para aprender e fazer novos amigos. Fale com entusiasmo, mas sem exageros, sobre essa nova fase na vida dele (a).

- Envolva o pequeno na escolha e compra do material escolar.

- Existem escolas que permitem à permanência dos pais por algumas horas em sala de aula. Um processo gradual de separação é sempre mais saudável.

- Na volta para casa questione a criança sobre o que aprendeu, as amizades que conquistou e o que está achando da escola.

- Se tudo isso não funcionar, é hora de ser firme. Se você abrir mão no primeiro dia, não será diferente nos outros. Os pequenos precisam aprender desde cedo, que ir a escola é fundamental.

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