Curiosidades

“Apprendendo”: novo aplicativo para reinventar a rotina da criançada

Você sabia que as crianças podem aprender em qualquer momento e em qualquer lugar? Algumas boas lições não vêm apenas da escola, dos livros, ou da professora, mas podem estar presentes onde a gente menos imagina, nas situações corriqueiras da rotina dos pequenos. A hora do banho, das refeições, ou uma ida ao supermercado com o papai e a mamãe podem ser experiências bastante enriquecedoras para o desenvolvimento dos baixinhos.

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Pensando nisso, o pessoal do Toda Criança Pode Aprender lançou um aplicativo sumpimpa para ajudar a criança a aproveitar todo o potencial de aprendizado presente nos momentos da sua rotina.

Com o “Apprendendo”, o papai e a mamãe podem transformar cada pequena interação com os pequenos em uma oportunidade de aprender mais, com sugestões de atividades simples vinculadas ao seu dia a dia. As atividades são divididas em duas categorias: “Dentro de casa” e “Fora de casa”, apresentando ideias de situações que podem ser promovidas nesses espaços.

Não se trata de um aplicativo para uso das crianças, mas dos adultos, para promover e enriquecer ainda mais os momentos de interação. Ele está disponível para ser baixado gratuitamente tanto na Google Play Store, para Android, quando na Apple Store, para os dispositivos IOS.

Veja como funciona:

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Desenvolvido por especialistas em educação formados na USP e em Harvard, todo o conteúdo foi pensado para faixas etárias específicas, que vai de um ano de idade até dez anos. Para saber mais sobre como funciona o aplicativo e o jeito mais fácil de usar, basta clicar aqui. E acompanhe também o site oficial do projeto.

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Vamos slingar?

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O sling é um acessório de tecido usado para acomodar o bebê no peito do papai ou da mamãe, deixando os braços livres para realizar outras atividades e a criança aquecida e aconchegada por esse contato direto.

Já muito popular em outros países, o sling (algo como tipoia em português) foi trazido para o Brasil no início dos anos 2000 pelas mães adeptas ao Parenting Attachment, um movimento que defende a criação com vínculo e proximidade. Para que entendam, o método de Criação com Apego foi estudado por mais de 60 anos por pesquisadores de psicologia e desenvolvimento infantil e constatou que as crianças nascem com necessidades de permanecer fisicamente próximas aos cuidadores, que geralmente são o pai e, em especial, a mãe, e de ter seus anseios supridos. Por isso é contra algumas regras pregadas hoje em dia, como por o bebê para dormir em quarto separado desde quando chega da maternidade e evitar o colo para que não fique muito acostumado.

O que no começo era visto com receio, como toda novidade, acabou conquistando muitas famílias e mostrando que aconchegar o bebê junto ao corpo com um tecido é confortável para ele e o adulto. Ainda assim, muitas pessoas ainda têm dúvidas se a prática pode ou não afetar o desenvolvimento motor dos pequenos.

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De acordo com os pediatras, se usado de maneira correta, o sling não prejudica a coluna nem o quadril da criança. Para um uso saudável, é importante se ater a estas dicas:

– A posição correta dentro do tecido deixa as pernas levemente flexionadas para frente com o peso caindo para o bumbum para não sobrecarregar as costas;

– É importante buscar orientação para saber a amarração correta do sling, evitando que a criança fique pendurada pelo pano. Cada fase do bebê tem um jeito diferente de “slingar”;

– O tecido precisa ser maleável e resistente, de preferência com algodão, pois as opções sintéticas esquentam muito;

– O acessório é contraindicado para bebês prematuros ou com dificuldades respiratórias, mas é importante consultar o pediatra para confirmar essa informação, pois cada caso é diferente;

– Para não sobrecarregar a coluna do adulto nem interferir no desenvolvimento da criança, recomenda-se o uso do sling para bebês de até 20 quilos.

– Não existe um tempo máximo de uso recomendado, mas a tipoia deve ser usada com bom senso, de forma a não prejudicar o bem estar do adulto e do bebê.

Seguindo essas dicas, o sling só tem a acrescentar na qualidade de vida de sua família. O espaço apertadinho e aquecido remete ao aconchego do útero e tranquiliza seu filho, enquanto você alivia o peso dos braços e deixa-os livres para fazer outras coisas sem desgrudar do pequeno.

Encontramos este vídeo super explicativo para esclarecer as suas dúvidas:

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Curiosidades o cérebro e o desenvolvimento dos bebês

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Os avanços nas pesquisas científicas comprovam cada vez mais o quanto é importante criar vínculos e se comunicar com as crianças desde quando são recém-nascidas. Em uma recente matéria publicada pela revista National Geographic, novas descobertas sobre como funciona a mente dos bebês foram relatadas, fortalecendo a tese de que eles percebem e compreendem mais do que imaginamos.

Um dos resultados descritos na revista mostra que, segundo pesquisa de Hallam Hurt, crianças pequeninas que recebem mais atenção e cuidados são propensas a ter o QI mais alto comparadas a outras que crescem nas mesmas condições socioeconômicas, porém com menos zelo. Além disso, ela constatou que as crianças que recebiam mais estímulos desenvolveram melhor as dimensões do hipocampo, área ligada à memória.

Não se engane com as frases de uma só sílaba dos bebês! Outro experimento, feito por neurocientistas, mostrou que as crianças já sabem distinguir tempos verbais e entender a construção de frases muito antes de desenvolver a fala. A capacidade se intensifica por volta dos dois anos. Nessa fase, mesmo sabendo formar poucas frases, elas sabem até mesmo detectar erros de concordância, mudando os padrões de atividade neural quando a frase está incorreta. Incrível, né?!

A publicação mostrou ainda, por meio de pesquisas científicas, que o contato afetivo e o estímulo através de conversas, brincadeiras e cuidados são um verdadeiro portal para o desenvolvimento linguístico, cognitivo e emocional. Detalhe importante: ao testar as influências externas, os estudiosos perceberam que esse contato deve ser dos pais e pessoas próximas. Estimular o bebê apenas com o uso de tablets, televisão e outros aparelhos eletrônicos não traz os mesmos benefícios.

As curiosidades relatadas na publicação reforçaram ainda a importância do reforço positivo com elogios, de estabelecer limites mesmo que a criança ainda não fale (pois ela já entende), de controlar a emoção dos adultos para que as crianças não absorvam as tensões e de brincar muito em família.

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Direitos na gestação

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Você sabia que mulheres têm certos direitos durante a gestação? Além da licença-maternidade, outras prioridades são dadas para a mamãe. São elas:

– Na entrevista de emprego, no momento da admissão ou mesmo durante a vigência do contrato de trabalho, as empresas não podem exigir nenhum tipo de atestado ou exame médico para comprovação de gravidez.

– Desde o primeiro mês da gestação até cinco meses após o parto, a mulher não pode ser demitida. Assim que tenha conhecimento da gravidez, a gestante deve avisar a empresa para deixá-la ciente de que precisará se ausentar para fazer exames e consultas.

– Se o trabalho trouxer riscos à saúde da mãe ou do bebê, a gestante poderá solicitar mudança de atividade ou setor. A solicitação deve ser comprovada por meio de atestado médico.

– A gestante pode sair do trabalho para fazer quantas consultas e exames forem necessários. Porém, ela precisa comprovar, por meio de atestados, as visitas ao médico. Se fizer isso, não poderá sofrer nenhum desconto em seus rendimentos por conta dessas ausências.

– A empresa não pode mudar o plano de convênio da gestante, a não ser que seja uma mudança geral, em toda a companhia.

– Em casos de gravidez de alto risco, em que seja necessário repouso total por longos períodos, a gestante receberá um auxílio-doença, como acontece quando um empregado apresenta qualquer outro problema de saúde. A gestante deverá apresentar atestado médico à empresa e, após os 15 primeiros dias de afastamento, deverá dar entrada no pedido de benefício junto ao INSS.

– Caso a gestante sofra um aborto espontâneo e perca o bebê, situação que deverá ser comprovada por atestado médico, a gestante terá uma licença remunerada de 15 dias para se restabelecer. Mas não terá licença-maternidade ou estabilidade no emprego.

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Ir ao Museu

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É dia de visitar o museu, e agora?

Um museu pode parecer um local chato e entediante para as crianças. Por isso, não é muito comum os pais levarem seus filhos para conhecer esse tipo de lugar na hora de escolher um destino para o passeio.

Mas não precisa ser assim. O museu é um lugar fantástico, cheio de oportunidades de aprender e se divertir usando a imaginação. É lá que os pequenos podem ter contato com a arte, a música, a história, a geologia e o mundo.

Muitas instituições produzem material educativo especialmente para aproximar a exposição do universo infantil e, assim, torná-la mais interessante e atrativa.

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Mas você também pode estimular seu filho a fazer mais do que simplesmente observar: a obra de arte tem a capacidade de despertar a imaginação da criança e estimulá-la a conversar sobre aspectos de sua própria vida.

Pesquise museus ou exposições próximas de onde você mora e dê preferência por atrações interativas, isso vale especialmente para crianças pequenas. Recursos multimídia, por exemplo, ou mostras baseadas em brincadeiras com o público, prendem mais a atenção e despertam o interesse com mais facilidade.

Se vocês forem a um museu mais tradicional, destinado principalmente a adultos, não se esqueça de explicar que ele não deve tocar nas obras, gritar ou correr pelas salas.

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