Esporte

Esportes ideais para cada fase da criança

A prática de esportes na infância traz várias benefícios para o desenvolvimento da criança. A torna mais sociável, desenvolve sua habilidade motora, fortalece seus ossos e músculos e outras vantagens. A escolha do esporte, porém, deve ser feita com bastante cuidado, pois atividades muito pesadas ou inadequadas podem trazer mais problemas do que benefícios para a saúde da criança. Pensando nisso, vamos compartilhar algumas dicas de quais são as modalidades esportivas mais indicadas para idade do seu filhote:

01 a 05 anos: A natação é o esporte mais indicado para esta fase. Essa modalidade trabalha o sistema respiratório, estimula o crescimento, desenvolve o equilíbrio e melhora a postura da criança. Geralmente, as aulas acontecem na presença de um adulto até por volta dos 3 anos de idade. Se for realizada com os pais, fica ainda melhor, pois fortalece a sua ligação afetiva com a criança e a torna mais confiante.

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05 a 07 anos: nesta fase, a criança já pode opinar com mais propriedade sobre qual atividade prefere fazer. O ideal é que se pratique um esporte individual e outro coletivo. O individual pode ser natação e ginástica, e o coletivo artes marciais, como karatê e judô, e balé.

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07 a 12 anos: Esportes que envolvem regras mais complexas como futebol, vôlei e atletismo já podem ser introduzidos nesta faixa etária. Eles possuem a vantagem de desenvolver o psicológico da criança, auxiliando-a a trabalhar em equipe, conviver com diferentes tipos de personalidades e aprender a perder e ganhar. Nesta fase, os pais já podem questionar se a prática dos esportes será apenas para recreação ou também para competição. Tudo depende da opinião da criança, ainda que a última palavra seja dada pelos pais.

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Lembre-se sempre de consultar um médico pediatra para verificar se a criança sofre de algum problema ortopédico ou respiratório.

O mais importante é lembrar que a prática de esportes na infância deve ser sempre mais diversão do que obrigação. Então aproveite as férias e não deixe seu filho ficar parado!

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Judô

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O judô é uma arte marcial que foi criada no Japão. O seu criador, Jigoro Kano, se baseou nas próprias dificuldades para criar a modalidade de luta. Kano tinha como objetivo desenvolver uma técnica de defesa pessoal, além de estimular o físico, o espírito e a mente.

Algumas escolas oferecem o judô como atividade extracurricular. Isso é benéfico tanto para crianças quanto para os pais. Ainda há uma resistência ao matricular as crianças em uma arte marcial, mas o esporte tem grandes vantagens. Através do judô os pequenos podem experimentar movimentos novos e diferentes; podem melhorar a coordenação motora; conseguem ter um domínio corporal melhor para executar os movimentos e ampliar o seu “acervo” motor com essas experiências. As lutas e, principalmente, as trocas de faixas, fazem com que eles se graduem e percebam que devem ser exemplo para as outras crianças. A partir daí, criam o respeito pelo outro.

Nas aulas de judô, as crianças aprendem que ultrapassar os limites do próprio corpo pode significar machucar um amigo, por isso são orientadas a não praticar fora do cuidado constante do professor. O resultado é o desenvolvimento do autocontrole.

O esporte auxilia muito na convivência em sociedade. É mais uma possibilidade de desenvolvimento integral para as crianças, pois trabalha aspectos físicos, mentais, cognitivos e sociais.

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Nada de ficar parado

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Você sabe quais são os esportes recomendados para crianças?

Os esportes indicados para crianças e adolescentes mudam de acordo com a idade, nunca por causa de sexo. Deixe que elas façam suas escolhas com liberdade.

Até completar o primeiro ano de vida, é indicado que as atividades básicas sejam caminhar e nadar.  A dança e a capoeira podem ser iniciados cedo também, por volta dos 3 anos, o que não podem ocorrer são treinos exaustivos e correção rígida dos movimentos.

A partir dos 5 anos recomenda-se que a criança seja matriculada em uma escolinha de esportes. Isso é importante para que ela aprenda técnicas e regras, além de conhecer suas aptidões físicas e estimular a competitividade.

Dos 5 aos 8 anos a natação, corrida, salto, futebol, algumas artes marciais, surfe, danças e ginástica (exigem uma certa habilidade) são as mais recomendadas. Aos 10 anos são: velocidade, ciclismo e atletismo.

Após os 13 anos é quando já pode começar a participar de competições esportivas mais intensas. Não que antes ela não possa disputar, mas a atividade deve ser encarada sem muitas cobranças. Já na adolescência, a preparação psicológica tende a ser melhor para as exigências.

Crianças e adolescentes crescem e mudam, tanto física quanto psicologicamente, com grandes diferenças individuais. Por isso a preocupação não deve ser só com a idade, mas também com a altura, o peso e outras características.

Estimule seu filho a praticar algum esporte. Isso fará bem para ele agora e no futuro!

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Crianças em movimento

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De acordo com a Organização Mundial de Saúde, toda criança precisa de pelo menos uma hora por dia de atividades físicas, sejam elas espontâneas ou direcionadas, para fortalecer ossos e músculos, ter boa capacidade cardiorrespiratória e combater a obesidade. No entanto, sabemos que muitas famílias não seguem essa orientação, pois as crianças já não brincam tanto nas ruas (principalmente por falta de segurança), e a maioria das escolas oferece apenas duas aulas de Educação Física por semana.

Para manter os pequenos saudáveis e ativos, uma alternativa são as aulas extracurriculares que envolvem movimento, escolhidas de acordo com a orientação dos professores e a viabilidade, mas levando sempre em conta as preferências da criança por determinada atividade ou esporte.

Você também pode levá-la consigo à academia. Enquanto pratica musculação, por exemplo, a criança pode nadar, fazer aulas de ginástica olímpica ou alguma arte marcial. Tem ainda a opção de caminhar ou andar de bicicleta, que pode ser uma boa oportunidade para a família se desligar dos problemas, interagir e ter mais qualidade de vida.

Perceba que há muitas maneiras de manter as crianças em movimento, seguindo a recomendação da OMS. Tudo é questão de iniciativa, adaptação e consciência.

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Aprendendo a competir e torcer

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A identidade futebolística faz parte do nosso país, e pode ser bem aproveitada se os pais utilizaram os jogos de futebol para compartilhar um tempo de qualidade com as crianças e ensiná-las valores importantes. E tem momento melhor para isso que durante o Mundial?

A copa do mundo pode ser um jeito lúdico de ensinar a ganhar ou perder. Como torcedores, ainda que não estejamos em campo, sentimos na pele a vitória e o fracasso. Esses extremos ensinam que nem sempre as coisas são como queremos, mas também mostram que o resultado depende do quanto batalhamos.

Na prática, você pode estimular essa maturidade conversando com seus filhos sobre o trabalho em equipe dos jogadores, a dedicação diária deles para cada competição, e até comentar as estratégias de cada time, se for bom entendedor de futebol, sempre em linguagem fácil e dinâmica. Também pode mostrar o risco de “cantar vitória” antes da hora, já que todos os jogadores são treinados para jogar bem.

Mas em caso de perdas, o que fazer?

A lição está justamente em saber que a seleção perdeu o jogo, mas nem tudo está perdido. Há outros campeonatos, e com a perda, os jogadores se esforçarão ainda mais para vencê-los.

Não fique com pena se a criança ficar triste por seu time do coração; de acordo com especialistas, quanto mais cedo ela for exposta às dificuldades de forma assistida, melhor será para conviver com decepções no futuro. Mas também lembre que os adultos são exemplos: se você é daqueles que choram, falam palavrões e se exaltam diante de uma derrota, de nada adianta ensinar o contrário. Depois de terminado o jogo e conversado sobre o resultado, vire o disco, mude o foco, e mantenha o clima leve de união.

Vamos aproveitar esse momento em que todos estão em frente à TV para mais uma vez priorizar a educação. Assim, seu filho pode até não ser bom de bola, mas será um craque em cidadania e humildade.

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