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4 formas de ensinar sem diminuir a autoestima dos pequenos

Como pais, às vezes alguns assuntos super importantes acabam se tornando um campo minado. Quando a gente para e pensa surge aquela dúvida cruel: “Será que estou fazendo certo?”. Ensinar sem diminuir a autoestima da criançada é um desses assuntos tão difíceis de se abordar pelo simples fato de que, muitas vezes, parece que estamos só repetindo sempre o mesmo conselho e nos faltam caminhos. Bom, para te ajudar, separamos 4 dicas incríveis e super simples para tratar do assunto no dia a dia:

 

Esqueça comparações

Valorizar o que o seu pequeno tem de único é essencial. Ele precisa compreender que é um ser humano e que como qualquer outro algumas vezes irá errar, mas que isso não o faz uma criança ruim ou (e principalmente) não o torna uma criança pior do que outra. Muitas vezes no calor do momento saem comentário ruins de nós e como pais é nossa função tomar o maior cuidado possível com isto. Não comparar seu filho a outra criança é importante. Perguntas como “Por que você não é igual ao seu irmão” direciona o ponto de vista a fazer o seu pequeno não pensar em se tornar ele próprio uma pessoa melhor, mas sim ser igual a outra pessoa.

 

Evite menosprezar sua capacidade

Não deixar transparecer que você tem dúvida da capacidade do seu pequeno em fazer algo pode deixar ele inseguro. Especialmente quando aquela ação era feita todo dia, como levar seu pratinho para a pia, escovar os dentes ou mesmo amarrar o cadarço. Não dar margem para a dúvida vai de encontro a lições que vão favorecer o aprendizado ao invés de criar inseguranças.

 

Valorize as pequenas conquistas

“Mãe, olha!” Quantas vezes ouvimos esta frase por dia? Muitas, né? E eu vou te dizer, eu amo ouvir isto. Significa que o meu pequeno está querendo me mostrar algo que ele fez, algo que ele se sente orgulhoso por ter feito. É claro que nem sempre é algo bom, como colar um desenho na parede ou usar a cortina como capa, mas na medida do possível (e da segurança) é preciso valorizar os pequenos passos, as pequenas conquistas que acontecem todos os dias. Aprendizagem é uma escada, cada degrau conta e não tem como chegar ao topo sem ter passado por todos os degraus. Por isso, eu amo degraus e abro um sorrisão toda vez.

 

Dê o exemplo

Você é o grande exemplo do seu filho e da sua filha. Dar o bom exemplo é fundamental, né?

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Brinquedos espalhados pela casa? Organização neles!

Eu tenho que confessar: tropeçar em um brinquedo logo pela manhã não é das minhas atividades favoritas. Então, para solucionar o problema, criamos uma forma de organizar os brinquedos de forma simples, acessível e fácil de manter em casa, especialmente quando a gente não tem muito espaço disponível, né?!

Qual a idade do seu pequeno?

Esta informação vai nortear a forma com que fazemos nossa organização. O fundamental é nunca descuidar dos detalhes, nunca deixar caixas pesadas em altura ou itens perto da beirada de mesas e armário. Porque, na inocência de querer brincar, seu pequeno pode acabar se machucando. Lembre-se que não é possível estar o tempo todo em vigilância em todos os espaços da casa, então a melhor opção é sempre olhar para tudo e pensar: “O que pode dar errado?“. Na dúvida, mude de lugar e lembre-se sempre que a prevenção é o melhor caminho.

Caixas

As primeiras grandes aliadas da organização, as caixas podem ser diferentes materiais, do papelão reforçado ao plástico. Caixas são ótimas porque permitem que se crie um padrão de organização e você consegue aproveitar o máximo de espaço disponível.

Bom para: Brinquedos de montar, como jogos de tabuleiro, e carrinhos.

Saco a vácuo

Sabe aqueles sacos plásticos que a gente usa o aspirador para compactar? Estes são excelente para quando você quer espaço, digo, se você realmente QUER espaço!

Bom para: Brinquedos flexíveis, como ursinhos de pelúcia que já estão há algum tempo sem participar das brincadeiras, mas você não quer se desfazer deles.

Potes de papinha

Essa é uma dica de amiga para amiga! Sabe quando a sua casa vai virando um depósito daquele vidrinhos tão bonitinhos de papinha? Então, aproveite eles para guardar peças. Basta higienizar e usar. Claro, sem esquecer que precisam ficar à altura da mão para evitar acidentes.

Bom para: Jogos com peças, como tabuleiro e quebra-cabeça, além de carrinhos e tudo o que for de peça pequenininha daquelas fáceis de se perderem.

Estantes e nichos

Super úteis na organização, estas belezinhas ajudam também na decoração. Você pode compor bonecas, carrinhos, DVDs e tudo o mais que for necessário em uma organização fácil de manter já que é bem visual e fica lindo dando um toque todo especial.

Bom para: Tudo o que você precisar guardar, mas alerta vermelho para brinquedos pesados ou que possam causar acidentes.

Latas de leite e achocolatado

Reciclagem, amigas! Estes itens costumam ser super comuns na nossa casa, não é mesmo? Então por que não customizá-los e usar para guardar itens de pintura e desenho dos pequenos? Sim, basta envolver as latas em algum item de papelaria bem bonito, como EVA, papel de presente ou plástico adesivo. Todos eles precisam ser livres de produtos tóxicos e para isto basta pedir na papelaria mais próxima.

Bom para: Guarda lápis de cor, giz de cera, pinceis e tudo o que envolve o encantador mundo dos desenhos que ampliam a imaginação dos nossos pequenos.

Baús

Uma tradição que nunca perde a utilidade são os baús. Feitos em madeira ou vime, esses móveis também colaboram na decoração do quarto da criançada e são aquela ajuda de última hora quando você precisa de uma bancada para colocar algo em si.

Bom para: Brinquedos maiores, como bonecos e bonecas e até bolas.

Estas opções vão te ajudar a organizar tudo bem bonitinho e se livrar da desorganização dos brinquedos. E para garantir que tudo sempre esteja no lugar, uma conversa com seu pequeno e incluí-lo na organização deixando-o decidir onde vai cada coisa ajuda a criar um senso de responsabilidade sobre os brinquedos. Muito carinho e atenção nessa hora!

E você, tem mais dicas de organização infalível na sua casa?

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5 coisas que todo Papai Elian faz

Se você̂ acompanha a Elian nas redes sociais já́ deve ter percebido a hashtag #PapaiElian. E se você̂ não acompanha a gente por lá́… Bom, tá aí uma ótima oportunidade de se juntar à nossa família: Facebook e Instagram (com links). E hoje eu vou te contar 5 características necessárias para um papai ser um Papai Elian:

1. Ele divide as responsabilidades

Vou te contar uma coisa: O Papai Elian nunca, nunquinha, “ajuda em casa” porque ele sabe que não é papel das mulheres fazerem tudo sozinhas. O Papai Elian divide todas as responsabilidades, do banho nos pequenos ao dever de casa, história para dormir e lavar a louca. Tudo é compartilhado e organizado para não sobrecarregar ninguém.

2. Ele ama sua família

Essa é fácil, afinal o Papai Elian é um paizão que ama sua família e faz o possível para aproveitar ao máximo o tempo com ela. Seja num passeio ou seja em casa vendo tv, o que importa mesmo para ele é estar em família, conversar e sempre descobrir novas coisas.

3. Ele faz de tudo para equilibrar o tempo

Mas como ele consegue estar com a família? Bom, ele tenta equilibrar o tempo da melhor forma possível, entre o trabalho e a casa, assim como a Mamãe Elian. Mas não se engane, ele não é o tipo que vai “passar um tempo“ com os filhos, não, senhora! Ele é do tipo que irá viver e aproveitar os melhores momentos possíveis com as crianças.

4. Ele é bom ouvinte

O Papai Elian é um bom ouvinte interessado sempre em entender os problemas dos pequenos e a forma deles verem o mundo. Assim, ele também é um ótimo conselheiro, nunca impõe suas vontades, mas sugere caminhos mais fáceis para as crianças resolverem pequeninas questões no dia a dia como forma de aprenderem mais sobre o mundo.

5. Ele é único

E a gente ama isso!

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Meu filho não me obedece, e agora?

Você manda a sua filha calçar o sapato rosa e ela coloca o vermelho, já está na hora do banho, mas o seu filho finge que não ouve a sua ordem e continua brincando… Você conhece essa história? Situações de desobediência como essas se repetem em várias famílias e fazem parte do seu dia a dia, gerando confrontos, desgaste e sensação de impotência nos pais. A forma de lidar com esses impasses, porém, ainda causa muitas dúvidas. Os pais se encontram divididos entre a vontade de atender as necessidades e desejos dos pequenos e a necessidade de impor limites quando é preciso. O resultado a gente já sabe: os pais perdem o controle, se desanimam ou tudo acaba na base da gritaria.

Pensando nisso, vamos dar uma mãozinha e sugerir algumas atitudes que podem ajudar os papais e mamães a retomar o controle do lar, reafirmando a sua autoridade com boas doses de amor.

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Regras e limites claros: o primeiro passo é estabelecer as regras e limites de maneira clara, para que a criança tenha consciência do que deve fazer e de onde errou quando desobedecer. A melhor forma de fazer isso é através no diálogo. Em vez de simplesmente impor uma regra, você pode sentar com o seu filho e pedir para ele também dar a sua opinião sobre o que deve ser feito. Assim, a criança não irá apenas obedecer de forma automática, mas se sentirá responsável e participante. Eles adoram!

 

Na hora de dar uma ordem, seja claro e objetivo na solicitação, fazendo um pedido por vez.

 

Insistência: o passo que parece ser o mais difícil, é também a regra de ouro mais eficiente. Quando der uma ordem para o seu filho, não desista se ela não for cumprida na primeira ou vigésima solicitação. Mantenha-se firme, demonstrando que a ordem não é negociável, a menos que a criança dê alguma sugestão plausível. Se os pais cedem sob o sinal de protesto ou indiferença dos filhos, isso enfraquece a sua autoridade e credibilidade, dando carta branca para o filho desobedecer quantas vezes quiser.

Se acriança for menor e fizer birra, mantenha-se firme mesmo se estiver em locais públicos. E nada de fazer ameaças ou prometer prêmios se a criança parar de chorar. Dê atenção a ela, peça para parar o choro olhando fixamente nos seus olhos e tente desviar a sua atenção para outra coisa.

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Postura de autoridade sem gritos: pode parecer que os gritos resolvem as situações emergenciais que aparecem, mas a verdade é que eles funcionam como um grande susto e que a criança dificilmente compreende o seu conteúdo ou motivo. Além disso, uma vez que você grita para ter sua ordem realizada, a criança começará a te atender apenas na base do grito. Nesses casos, o ideal é se esforçar para promover e manter uma comunicação eficiente e direta, demonstrando que você possui autoridade sem precisar gritar com seu filho. Chegue bem perto, olhe fixamente nos olhos e pergunte o que se passa, qual é o próximo passo. Se a criança desviar o olhar, segure o seu rosto com carinho e sem violência.

Nada de barganhas: quando o seu filho não obedecer prontamente, não ofereça recompensas ou faça ameaças para conseguir o que quer. Pois o filho se sentirá sempre condicionado a te atender apenas se conseguir algo em troca. Ele deve entender que a obediência é uma obrigação e não algo para ser recompensado com um prêmio. Evite também fazer a ameaça de colocá-lo de castigo, sendo que você não tem essa intenção, pois isso pode fragilizar a sua autoridade e enfraquecer a ordem.

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A melhor época para viajar com o recém-nascido

Muitas mamães têm receito de sair para viajar quando o novo integrante da família bate à porta, não é mesmo? E não é sem motivo: eles têm a saúde mais frágil e fazem as madrugadas serem bastante agitadas! Mas aproveitar o fim da licença-maternidade para conhecer lugares pode ser uma ótima ideia! E aí, ir ou não ir? Para ajudá-la em sua decisão, veja alguns pontos a serem considerados:

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– O recém-nascido tem uma vantagem na hora de viajar: ele dorme por longos períodos! E o bebê conforto é super versátil, podendo ser a caminha dele durante a viagem e também no hotel, sem transtornos.

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– Outro ponto forte de viajar com o recém-nascido é que a comida dele está garantida e segura, já que ele é amamentado. Além disso, ele não se movimenta a ponto de causar preocupações com segurança.

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– Teve o bebê na primavera ou no verão? Que ótimo, mamãe! O calor é uma época mais tranquila para viajar com ele. Com a temperatura alta, a chance de ele adoecer é bem menor, e você terá mais chances de curtir o passeio ao ar livre, sem aglomerações que possam trazer doenças. Apenas evite o vento, pois às vezes mesmo uma brisa fraca pode ser incômoda pra o bebê, tanto pelo próprio vento quanto pela poeira que ele carrega. Também atenção ao horário de exposição ao sol: se for para a praia, quanto mais cedo, melhor, já que o período de exposição ao sol para o recém-nascido é curto e não é permitido o protetor solar para bebês com menos de 6 meses de idade.

 

Dúvidas esclarecidas, é hora de verificar se as visitas ao pediatra estão em dia, tirar as últimas dúvidas a respeito da viagem e escolher o destino!

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