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Benefícios de jogar Videogame

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Jogar videogame contribui na melhoria do controle muscular, memória, linguagem e percepção sensorial. Essa foi a conclusão de uma pesquisa científica realizada pela Universidade de Humboldt de Berlim e pelo Instituto Max Planck.

O resultado mostrou que os games podem, além de entreter, ajudar no desenvolvimento intelectual do jogador. Só o desejo de perder alguns momentos jogando já melhora o humor da pessoa.

Foi feita a observação de dois tipos de pessoas: as que jogavam, e as que não jogavam. Os primeiros se divertiam nos videogames 30 minutos por dia, durante dois meses, com o game do personagem Mario, para Nintendo 64.

No período, foi registrado por ressonância magnética o aumento de volume da massa cinzenta dos participantes que jogaram. As áreas que mais se expandiram foram o hipocampo direito, no cortéx pré-prontal direito e cerebelo, todos diretamente ligados a funções cognitivas do cérebro.

A pesquisa sugere que o videogame é um meio saudável de relaxamento e socialização, associando-se com emoções positivas e estabilizadas. Em níveis moderados, diminui o estresse e relaxa o jogador, que possui maior autoestima, com menos chances de ficar deprimido. Lembrando que o excesso dos games pode trazer efeitos contrários, causando ansiedade e tornando a criança muito competitiva.

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Semana do Bebê

Entre os dias 4 e 10 de novembro, nove municípios brasileiros aderem  à Semana do Bebê. A ação é uma estratégia  de mobilização social que evidencia a primeira infância, chamando a atenção da comunidade e poder público para o direito de sobrevivência e desenvolvimento de crianças até 6 anos.

Primeira infância é o nome dado aos primeiros anos de vida, que são considerados extremamente importantes para o desenvolvimento. O  potencial cognitivo é formado nessa época da vida, e tem forte influência no que a criança poderá ser no futuro.

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O evento conta com oficinas para gestantes, pais, crianças e adolescentes, seminários e palestras para profissionais da saúde e sessões de cinema com debate, com o tema  “Todos juntos pela primeira infância”.

Cada cidade que participa do projeto contribui com o “Compromisso com a sobrevivência infantil: uma promessa renovada”, que acelera os esforços de diminuir o índice de mortalidade infantil.

Em 2013 a campanha passou a integrar o Programa Infância Ideal, que cobra melhorias do poder público.

Origem

Há 13 anos a Semana do Bebê é realizada, e os primeiros passos aconteceram em Canela, no Rio Grande do Sul. Desde então, é feita anualmente.  A mobilização já ultrapassou a fronteira do Brasil, chegando a Portugal, Argentina e Uruguai.

Os municípios que participam da campanha em 2013 são: Apiaí (SP), Itaoca (SP), Jacareí (SP), Cubatão (SP), Ijaci (MG), Pedro Leopoldo (MG), Santana do Paraíso (MG), Cabo de Santo Agostinho (PE) e Fortaleza (CE).

Se você mora em uma dessas cidades, veja o calendário de eventos de ações no site do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e participe!

 

 

 

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Depressão pós parto nos papais

Até algum tempo atrás, a depressão pós parto era considerada privilégio das mamães. Mas, nos dias atuais, onde o pai não somente precisa trazer o sustento para a criança mas sim, ser um pai presente e participativo em todas as fases da vida dos filhos, as chances de ele desenvolver uma depressão em consequência das drásticas mudanças que um bebê traz para a vida do casal, aumentaram e muito. Um estudo recente publicado no Journal Of American Medical Association revelou que cerca de 10% dos pais sofrem depressão após o nascimento do bebê.


O que acontece é que, a atenção da mulher que antes era exclusiva do maridão, agora é quase que exclusividade do filho. Por este motivo, muito papais acabam se sentindo “excluídos” desta relação e ficam deprimidos. A dificuldade em lidar com os sentimentos ambivalentes, as mudanças de humor e a sensação de não estar sendo um pai completo, ocasionam a depressão pór parto nos homens.

Fiquem atentos aos sintomas para reconhecer a depressão nos papais:

  • Falta de Apetite;
  • Distúrbios do sono (mesmo que o bebê durma bem);
  • Sentir-se um péssimo pai;
  • Ansiedade e nervosismo;
  • Perda da libido;
  • Pouco interesse ou prazer pelas atividades cotidianas.

O importante nesta situação, é que o pai que se sentir deprimido não deve ter receio de procurar ajuda especializada. A depressão pós parto se combate através de muita conversa para expor todos os pontos. O apoio da esposa, do restante da família e dos amigos, é fundamental.

Fonte: Revista Materlife.

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Comportamento: Síndrome da Alienação Parental

Separação, divórcio, brigas e divisão de bens, emoções descontroladas e filhos dentro desse cenário triste, no meio de uma história que chegou ou está próxima do fim.

É inevitável que a criança sofra o impacto do rompimento dos pais, mas você e seu parceiro podem amenizar o choque sendo adultos e sabendo separar as coisas. Muitos casais costumam falar mal dos seus ex-conjugês para os filhos, usando os pequenos como “arma” de vingança.

Não jogue baixo para afastar seu filhos do ex. O maior prejudicado pode ser a criança.

O nome dessa atitude é Alienação Parental. Além de “criminosa”, faz mal para a saúde psicológica do ser humano em formação. É o que alerta a matéria publicada na revista Pais e Filhos, leia aqui.

Portanto se você está nessa situação, pense duas vezes antes de “estilhar” a imagem do pai ou mãe do seu filho. Porque dos filhos nunca nos divorciamos. Fica a dica! ;)

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Comportamento: “Filhos para o mundo”

Se deixar no maternal, na escolinha, na casa de um parente, passar férias em outra cidade é um sacrifício, saiba que a “arte do desapego” não é um exercício fácil para os pais. Mas, infelizmente, é necessário apoiar a independência dos pequenos desde cedo.

Afinal de contas: “não criamos filhos para gente, criamos para o mundo”. Você já deve ter ouvido ou lido essa frase em algum lugar. Você também já foi alertada, aqui mesmo no nosso blog, sobre os perigos da superproteção. Então, agora é hora de começar a encarar a realidade e, quanto mais cedo melhor.

A revista Crescer, da editora Globo, está preparando uma série de reportagens com pais e profissionais para tratar das angústias que envolvem o momento difícil de “cortar o cordão umbilical”. Acesse:  www.revistacrescer.globo.com

Descubra que você pode ter ajuda para se preparar para esse momento.

E o que fazer quando eles querem deixar o ninho, abrir asas e voar?

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