Segurança

Vamos slingar?

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O sling é um acessório de tecido usado para acomodar o bebê no peito do papai ou da mamãe, deixando os braços livres para realizar outras atividades e a criança aquecida e aconchegada por esse contato direto.

Já muito popular em outros países, o sling (algo como tipoia em português) foi trazido para o Brasil no início dos anos 2000 pelas mães adeptas ao Parenting Attachment, um movimento que defende a criação com vínculo e proximidade. Para que entendam, o método de Criação com Apego foi estudado por mais de 60 anos por pesquisadores de psicologia e desenvolvimento infantil e constatou que as crianças nascem com necessidades de permanecer fisicamente próximas aos cuidadores, que geralmente são o pai e, em especial, a mãe, e de ter seus anseios supridos. Por isso é contra algumas regras pregadas hoje em dia, como por o bebê para dormir em quarto separado desde quando chega da maternidade e evitar o colo para que não fique muito acostumado.

O que no começo era visto com receio, como toda novidade, acabou conquistando muitas famílias e mostrando que aconchegar o bebê junto ao corpo com um tecido é confortável para ele e o adulto. Ainda assim, muitas pessoas ainda têm dúvidas se a prática pode ou não afetar o desenvolvimento motor dos pequenos.

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De acordo com os pediatras, se usado de maneira correta, o sling não prejudica a coluna nem o quadril da criança. Para um uso saudável, é importante se ater a estas dicas:

– A posição correta dentro do tecido deixa as pernas levemente flexionadas para frente com o peso caindo para o bumbum para não sobrecarregar as costas;

– É importante buscar orientação para saber a amarração correta do sling, evitando que a criança fique pendurada pelo pano. Cada fase do bebê tem um jeito diferente de “slingar”;

– O tecido precisa ser maleável e resistente, de preferência com algodão, pois as opções sintéticas esquentam muito;

– O acessório é contraindicado para bebês prematuros ou com dificuldades respiratórias, mas é importante consultar o pediatra para confirmar essa informação, pois cada caso é diferente;

– Para não sobrecarregar a coluna do adulto nem interferir no desenvolvimento da criança, recomenda-se o uso do sling para bebês de até 20 quilos.

– Não existe um tempo máximo de uso recomendado, mas a tipoia deve ser usada com bom senso, de forma a não prejudicar o bem estar do adulto e do bebê.

Seguindo essas dicas, o sling só tem a acrescentar na qualidade de vida de sua família. O espaço apertadinho e aquecido remete ao aconchego do útero e tranquiliza seu filho, enquanto você alivia o peso dos braços e deixa-os livres para fazer outras coisas sem desgrudar do pequeno.

Encontramos este vídeo super explicativo para esclarecer as suas dúvidas:

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Cadeirinhas no transporte escolar

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Ao pensar em contratar um serviço de transporte escolar, o receio de muitos pais está relacionado à segurança dos pequenos. Para quem tinha essa preocupação, apresentamos uma boa notícia: no dia 17 de junho, o Conselho Nacional de Trânsito determinou que veículos escolares agora serão obrigados a usar a cadeirinha de segurança para transportar crianças de até 7 anos e meio.

A regra, que já vale há alguns anos para veículos de passeio, tem como objetivo reduzir o risco das crianças se machucarem em acidentes de trânsito, já que uma pesquisa do Ministério da Saúde constatou a redução de 23% nas mortes das crianças menores de 10 anos em casos de colisões.

Vale ressaltar que as crianças acima de 7 anos e meio não precisarão usar o equipamento, mas deverão se sentar no banco de trás, conforme lei voltada aos carros particulares.

Nos próximos dias, uma nova publicação determinará a partir de quando a nova regra estará em vigor.

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Preocupação não é só coisa de adulto

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A TV aberta está cada vez mais investindo na cobertura de casos de violência, acidentes e desastres naturais. Apesar da curiosidade de alguns adultos sobre esses assuntos, expor as crianças a alguns noticiários pode fazer com que elas fiquem confusas, com medo e desenvolvam uma ansiedade prejudicial ao desenvolvimento.

Além das imagens e da narração impactante, entenda que nem sempre seu filho compreenderá a notícia sem temer que isso aconteça a ele. A criança pode, por exemplo, achar que a qualquer momento haverá um terremoto em sua cidade, mesmo que a região não enfrente esse tipo de problema. O mesmo ocorre com notícias de violência e acidentes: o sensacionalismo pode criar a ideia de que coisas ruins acontecerão a qualquer momento, o que mais tarde pode desenvolver até mesmo um transtorno do pânico ou crises sérias de ansiedade.

Se você gosta de programas de notícias, deixe para assisti-los quando as crianças estiverem envolvidas em outras atividades. Sempre pense sobre a qualidade dos programas que elas veem na TV e de que forma eles impactarão. Caso saibam de algum ato de agressão ou tragédia, use a oportunidade para explicar sobre cuidados que todos devemos ter, mas transmita segurança e garanta que haverá alguém por perto para protegê-las.

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Evite acidentes domésticos

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Acidentes domésticos são um dos maiores causadores de mortes de crianças pequenas. A prevenção é a melhor solução para evitá-los,  por meio de atitudes simples e muita atenção, principalmente às crianças que estão dando seus primeiros passos.

Para diminuir os riscos, a principal dica de muitos especialistas é remanejar os ambientes.  O ideal é tirar dos cômodos ou do alcance das crianças tudo que possa causar acidentes.

Aqui vão algumas dicas:

– Esvazie baldes, banheiras e piscinas infantis depois de usar. Guarde-os sempre virados para baixo. Se a sua casa tem piscina, impeça o acesso da criança à área com cercas móveis ou fixas.

– Não deixe que uma criança menor de dez anos ande sozinha pela rua, e comece cedo a educação no trânsito. Jamais atravesse fora da faixa ou correndo na frente dela. Os filhos seguem o exemplo dos pais.

– Tenha muito cuidado com fios e cordas. Crianças menores correm o risco de sofrer estrangulamento com eles.

– Guarde trancados e fora da vista das crianças todos os produtos de higiene e limpeza, venenos e medicamentos. Opte por lugares altos.

– Crianças devem brincar apenas em locais seguros. Escadas, sacadas e lajes não são apropriadas. Tenha sempre redes nas janelas e portas de contenção que impeçam o acesso às escadas ou áreas perigosas.

– Mantenha a criança longe da cozinha e do fogão, principalmente durante o preparo das refeições. Cuidado, também, com o ferro de passar. Para quem tem cozinha mais afastada da casa, use cerquinhas. Mantenha sempre os olhos bem abertos e não deixe crianças pequenas sozinhas por nenhum segundo.

Quando são pequenas, as crianças não têm noção alguma do perigo. A sensação de medo aparece por volta dos cinco anos. A fase mais crítica é a partir do momento que começam engatinhar, até por volta dos cinco anos.

Ficar atento é a melhor medida.

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Segurança é a nossa praia

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Curtir a praia no verão é uma delícia, e para garantir saúde e energia para o passeio é fundamental que os pais se atenham a alguns cuidados. O primeiro deles é a hidratação. As crianças nem sempre se lembram da ingestão de líquidos, por isso é importante oferecer água, sucos, frutas e gelatinas com frequência. Para manter a conservação desses mantimentos, recipientes refrigerados e protegidos são itens tem-que-ter do verão em família.

Assim como a hidratação, as refeições também são essenciais ao organismo. Mesmo que os horários sejam um pouco bagunçados nas férias, procure não esquecê-las e ofereça alimentos saudáveis às crianças, limitando o consumo dos quitutes vendidos na orla e disponibilizando na bolsa térmica sanduíches naturais, frutas e outros lanchinhos.

E é claro que não podemos nos esquecer dos cuidados com o sol. A partir dos 6 meses, a exposição à luz solar é liberada pelos médicos, desde que ocorra antes das 10h ou a partir das 16h. Mesmo quando o céu está nublado, o uso do protetor solar é indispensável para proteger da radiação UVA e UVB, e o produto ideal tem no mínimo FPS 30. A eficácia do protetor não é garantida se ele não for reaplicado durante o dia, especialmente depois de um banho de mar.

Por último, mas não menos importante, vale reler nossas dicas de segurança para que o banho de mar seja divertido e seguro, e a família possa aproveitar muito o verão e guardar apenas lembranças lindas!

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