Tecnologia

“Apprendendo”: novo aplicativo para reinventar a rotina da criançada

Você sabia que as crianças podem aprender em qualquer momento e em qualquer lugar? Algumas boas lições não vêm apenas da escola, dos livros, ou da professora, mas podem estar presentes onde a gente menos imagina, nas situações corriqueiras da rotina dos pequenos. A hora do banho, das refeições, ou uma ida ao supermercado com o papai e a mamãe podem ser experiências bastante enriquecedoras para o desenvolvimento dos baixinhos.

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Pensando nisso, o pessoal do Toda Criança Pode Aprender lançou um aplicativo sumpimpa para ajudar a criança a aproveitar todo o potencial de aprendizado presente nos momentos da sua rotina.

Com o “Apprendendo”, o papai e a mamãe podem transformar cada pequena interação com os pequenos em uma oportunidade de aprender mais, com sugestões de atividades simples vinculadas ao seu dia a dia. As atividades são divididas em duas categorias: “Dentro de casa” e “Fora de casa”, apresentando ideias de situações que podem ser promovidas nesses espaços.

Não se trata de um aplicativo para uso das crianças, mas dos adultos, para promover e enriquecer ainda mais os momentos de interação. Ele está disponível para ser baixado gratuitamente tanto na Google Play Store, para Android, quando na Apple Store, para os dispositivos IOS.

Veja como funciona:

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Desenvolvido por especialistas em educação formados na USP e em Harvard, todo o conteúdo foi pensado para faixas etárias específicas, que vai de um ano de idade até dez anos. Para saber mais sobre como funciona o aplicativo e o jeito mais fácil de usar, basta clicar aqui. E acompanhe também o site oficial do projeto.

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Snapchat: por que meu filho quer usar esse aplicativo?

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O Snapchat, chamado apenas de Snap pela maioria dos usuários, é um aplicativo disponível para iOS e Android que permite o envio instantâneo de fotos e vídeos para os amigos sem que esse material fique salvo no celular de alguém. A ferramenta existe há 4 anos e já está avaliada em alguns bilhões de reais, mas sua popularização entre o público jovem brasileiro é recente.

Um levantamento apontou que 70% dos usuários do app têm menos de 25 anos. Dessa porcentagem, é crescente o número de menores que instalaram o Snap. A explicação para o sucesso com as crianças e adolescentes é simples: em uma sociedade que valoriza cada vez mais o compartilhamento, o Snapchat permite que as pessoas postem o tempo todo sobre o que fazem e, por meio de imagens, contem uma história e retratem a própria vida. Outro motivo é um pouco mais alarmante: os pais, familiares e professores estão em outras redes sociais, especialmente no Facebook e no Instagram, então o aplicativo permite certa “liberdade” longe dos adultos. E há ainda um terceiro motivo: as celebridades do público teen e infantil publicam diariamente histórias por lá.

Para que você entenda melhor, o Snapchat é dividido basicamente em três telas:

Snap (tela inicial) – onde o usuário tira uma foto ou faz um vídeo, e pode editar com filtros, escrever sobre a imagem, etc.

Assistir – tela para acompanhar as “histórias” das pessoas. Somando cada Snap, cria-se uma coleção de imagens que retratam os momentos de cada usuário seguido.

Chat – onde o usuário pode conversar com os amigos através de mensagem escrita ou enviar fotos e vídeos em particular. Ou seja: não é necessário compartilhar histórias no modo público, é possível mandar imagens apenas para algumas pessoas selecionadas.

Resumindo então: imediatismo, privacidade e comunicação constante por imagens são os atrativos do App que prendem a atenção dos jovens. Mas atenção, pais: já existem aplicativos que salvam as histórias, o Snapchat já teve seus dados hackeados e os Termos de Uso pedem que o usuário tenha pelo menos 13 anos de idade e, se menor de 18 anos, tenha a permissão dos pais. Se o seu filho tem a idade permitida para uso do Snap, oriente-o para que use de maneira segura:

– Certifique-se de que ele seja cuidadoso com quem interage para não expor informações muito pessoais.

– Leia com ele os “Termos de Uso”. Sabemos que essa parte sempre é ignorada, mas nesse documento o Snapchat explica que dados do celular coletará para que você use as funções do aplicativo.

– Proteja os dados de acesso: é importante que seu filho não passe informações de login para ninguém, pois podem invadir a conta e postar histórias inadequadas.

– Peça que analise antes de postar: fotos com a logo do uniforme, endereço de casa, partes e momentos íntimos e horários específicos (como a saída da escola) podem deixá-lo vulnerável.

Permitir ou não o uso do App é responsabilidade de cada família, mas se a sua opção for “sim”, repassar essas dicas é a melhor forma de garantir diversão e segurança para o filho adolescente. Já se a criança tem menos de 13 anos, que tal conversar com ela sobre a idade mínima e esperar um pouquinho? Há outros aplicativos divertidos que ela pode usar até que tenha a idade e o discernimento necessários para o Snapchat, e ponderação nunca é demais.

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Vídeo game faz mal?

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Que pai nunca se perguntou se os videogames podem fazer mal aos seus filhos?

Os jogos eletrônicos estão em todos os lugares, seja no computador, celular, tablet ou videogames portáteis, e fazem a cabeça não só de crianças e jovens, mas também de muitos adultos.

Se o seu filho gosta de jogos, com certeza passa algumas horas por semana na companhia desses aparelhos. Mas será que isso é motivo de preocupação? Jogos eletrônicos podem mesmo levar a comportamentos violentos ou solitários? Atrapalham os estudos?

Diversas pesquisas acadêmicas já desmentiram esses mitos e reconhecem o potencial de aprendizagem dos games, além de sua importância como entretenimento cultural, desde que não se tornem um vício, claro.

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Os jogos são uma oportunidade para os jovens trabalharem seus medos, desejos e frustrações. É como se eles realizassem essas emoções sem precisar correr riscos. E é por isso que os pais devem acompanhar de perto a relação de seus filhos com os jogos: eles não determinam comportamentos violentos, mas podem potencializar algo que já existe na criança. Se o seu filho apresenta um comportamento agressivo quando joga, ele está sinalizando que algo não vai bem, e vocês devem investigar se aproximando dele ou procurando um especialista.

Para deixar essa diversão positiva, prefira jogos saudáveis e educativos. Confira sempre a classificação indicada para cada faixa etária e respeite-a na hora da escolha. Combine um horário com o seu filho para que ele possa jogar e não deixe que ele passe do tempo combinado. Mostre que ele tem outras prioridades e que precisa respeitá-las, assim como você.

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Jogos antigos para novas tecnologias

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Os jogos para smartphones e tablets são os queridinhos de adultos e crianças, e fazem parte de uma nova tendência de comportamento, totalmente voltada às tecnologias. Mas, e se pudéssemos unir a modernidade dos jogos mobile com a doçura das brincadeiras antigas?

A boa notícia é que essa não é apenas uma hipótese. Existem vários joguinhos dos anos 80 e 90 para a galerinha conhecer e se divertir com os gadgets atuais, entre eles:

Tamagotchi: aquele bichinho que você precisava alimentar, vacinar e brincar, agora pode ser o animal virtual de estimação do seu filho!

Pac-Man: esse é ainda mais antigo, hein?! Você e as crianças podem fugir dos monstrinhos com esse game criado na década de 80.

Snake: quem se lembra dos celulares tijolões com o jogo da cobrinha? Esse game fez parte da popularização dos telefones portáteis. Vale a pena conhecer ou relembrar!

Esses aplicativos estão disponíveis para iOS e Android. Assim fica fácil baixar!

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Dica de aplicativo: bebê mais

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Há vários aplicativos disponíveis para dar uma ajuda extra na hora de se organizar com as atividades e horários, registrar o crescimento das crianças, ensiná-las e entretê-las. Mas hoje, vamos falar sobre o app Bebê Mais, disponível para Android e iOS.

A ferramenta foi desenvolvida a partir de estudos da American Music Conference, que comprovam o importante papel da música no desenvolvimento mental e emocional dos pequenos. Ela conta com objetos, palavras, animais, brinquedos e personagens curiosos, que divertem e ensinam as crianças de 0 a 4 anos, através de um repertório com cantigas populares, músicas clássicas e a voz de grandes intérpretes, com a participação especial de Nando Reis e Dinho Ouro Preto. Um ponto considerado negativo por alguns pais, é que há apenas 10 clipes gratuitos disponíveis; outros recursos são pagos.

O aplicativo Bebê Mais oferece um conteúdo elaborado sob consultoria pedagógica e psicológica, para garantir que as crianças aprendam com as músicas. Para saber mais, acesse o site bebemais.com.br ou leia sobre o aplicativo no seu smartphone ou tablet.

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