5 coisas que todo Papai Elian faz

Se você̂ acompanha a Elian nas redes sociais já́ deve ter percebido a hashtag #PapaiElian. E se você̂ não acompanha a gente por lá́… Bom, tá aí uma ótima oportunidade de se juntar à nossa família: Facebook e Instagram (com links). E hoje eu vou te contar 5 características necessárias para um papai ser um Papai Elian:

1. Ele divide as responsabilidades

Vou te contar uma coisa: O Papai Elian nunca, nunquinha, “ajuda em casa” porque ele sabe que não é papel das mulheres fazerem tudo sozinhas. O Papai Elian divide todas as responsabilidades, do banho nos pequenos ao dever de casa, história para dormir e lavar a louca. Tudo é compartilhado e organizado para não sobrecarregar ninguém.

2. Ele ama sua família

Essa é fácil, afinal o Papai Elian é um paizão que ama sua família e faz o possível para aproveitar ao máximo o tempo com ela. Seja num passeio ou seja em casa vendo tv, o que importa mesmo para ele é estar em família, conversar e sempre descobrir novas coisas.

3. Ele faz de tudo para equilibrar o tempo

Mas como ele consegue estar com a família? Bom, ele tenta equilibrar o tempo da melhor forma possível, entre o trabalho e a casa, assim como a Mamãe Elian. Mas não se engane, ele não é o tipo que vai “passar um tempo“ com os filhos, não, senhora! Ele é do tipo que irá viver e aproveitar os melhores momentos possíveis com as crianças.

4. Ele é bom ouvinte

O Papai Elian é um bom ouvinte interessado sempre em entender os problemas dos pequenos e a forma deles verem o mundo. Assim, ele também é um ótimo conselheiro, nunca impõe suas vontades, mas sugere caminhos mais fáceis para as crianças resolverem pequeninas questões no dia a dia como forma de aprenderem mais sobre o mundo.

5. Ele é único

E a gente ama isso!

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Oh My Gatinho!

Eu tentei, juro que tentei. Eu disse para mim mesma: “Não, não vou mais falar de…” Gente, gatinhos, gatinhos e mais gatinhos na coleção de inverno da Elian. É tanta fofura, é tanto amor que eu não consegui.

Esse vestididinho super quentinho com estampas de gatos cheios de charme com lacinhos e óculos está DANDO O QUE FALAR! Ele é feito em molecotton felpudo e pelinhos perfetos para as pequenas.

E sabe o que é mais incrível ainda? A nossa coleção ainda conta com uma jaqueta fofa, confortável e… Ai, é um sonho com gatinhos estampados nele. Olha só:

Daí agora, você me pergunta: “Nossa, amiga, você gosta tanto de gatinhos, assim?“. Eu te respondo: Sim e sabe quem mais gosta? As meninas que vão ficar liiiindas nestas peças Elian, não acha?

Vai, descobre Elian pertinho de você.

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Meu filho não me obedece, e agora?

Você manda a sua filha calçar o sapato rosa e ela coloca o vermelho, já está na hora do banho, mas o seu filho finge que não ouve a sua ordem e continua brincando… Você conhece essa história? Situações de desobediência como essas se repetem em várias famílias e fazem parte do seu dia a dia, gerando confrontos, desgaste e sensação de impotência nos pais. A forma de lidar com esses impasses, porém, ainda causa muitas dúvidas. Os pais se encontram divididos entre a vontade de atender as necessidades e desejos dos pequenos e a necessidade de impor limites quando é preciso. O resultado a gente já sabe: os pais perdem o controle, se desanimam ou tudo acaba na base da gritaria.

Pensando nisso, vamos dar uma mãozinha e sugerir algumas atitudes que podem ajudar os papais e mamães a retomar o controle do lar, reafirmando a sua autoridade com boas doses de amor.

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Regras e limites claros: o primeiro passo é estabelecer as regras e limites de maneira clara, para que a criança tenha consciência do que deve fazer e de onde errou quando desobedecer. A melhor forma de fazer isso é através no diálogo. Em vez de simplesmente impor uma regra, você pode sentar com o seu filho e pedir para ele também dar a sua opinião sobre o que deve ser feito. Assim, a criança não irá apenas obedecer de forma automática, mas se sentirá responsável e participante. Eles adoram!

 

Na hora de dar uma ordem, seja claro e objetivo na solicitação, fazendo um pedido por vez.

 

Insistência: o passo que parece ser o mais difícil, é também a regra de ouro mais eficiente. Quando der uma ordem para o seu filho, não desista se ela não for cumprida na primeira ou vigésima solicitação. Mantenha-se firme, demonstrando que a ordem não é negociável, a menos que a criança dê alguma sugestão plausível. Se os pais cedem sob o sinal de protesto ou indiferença dos filhos, isso enfraquece a sua autoridade e credibilidade, dando carta branca para o filho desobedecer quantas vezes quiser.

Se acriança for menor e fizer birra, mantenha-se firme mesmo se estiver em locais públicos. E nada de fazer ameaças ou prometer prêmios se a criança parar de chorar. Dê atenção a ela, peça para parar o choro olhando fixamente nos seus olhos e tente desviar a sua atenção para outra coisa.

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Postura de autoridade sem gritos: pode parecer que os gritos resolvem as situações emergenciais que aparecem, mas a verdade é que eles funcionam como um grande susto e que a criança dificilmente compreende o seu conteúdo ou motivo. Além disso, uma vez que você grita para ter sua ordem realizada, a criança começará a te atender apenas na base do grito. Nesses casos, o ideal é se esforçar para promover e manter uma comunicação eficiente e direta, demonstrando que você possui autoridade sem precisar gritar com seu filho. Chegue bem perto, olhe fixamente nos olhos e pergunte o que se passa, qual é o próximo passo. Se a criança desviar o olhar, segure o seu rosto com carinho e sem violência.

Nada de barganhas: quando o seu filho não obedecer prontamente, não ofereça recompensas ou faça ameaças para conseguir o que quer. Pois o filho se sentirá sempre condicionado a te atender apenas se conseguir algo em troca. Ele deve entender que a obediência é uma obrigação e não algo para ser recompensado com um prêmio. Evite também fazer a ameaça de colocá-lo de castigo, sendo que você não tem essa intenção, pois isso pode fragilizar a sua autoridade e enfraquecer a ordem.

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5 lições que aprendemos sendo mães

Para algumas de nós, os primeiros momentos da maternidade podem ser bastante assustadores e cercados por dúvida e temores. Ao longo desta trajetória tão bonita e tão amorosa, aprendemos muitas lições e agora gostaríamos de compartilhar algumas delas: 

 

1. Você não precisa ser perfeita

A ideia de mãe perfeita é, antes de tudo, muito cruel com a gente. Se preocupar com temperatura, alimentação, bem estar, humor, roupinhas, educação e tudo aquilo que cerca a vida dos pequenos, sem esquecer de nós mesmas, é uma tarefa muito difícil. Então, ser perfeita está totalmente riscado da lista, eu quero é ser a melhor mãe que eu puder ser e tenho certeza que estou fazendo um bom trabalho.

 

2. Não nascemos mães, nos tornamos mães

Se tornar mãe é um processo, um caminho de descobertas, sensação e, claro, muito amor. Assim como a perfeição, a obrigação de termos de saber tudo o tempo todo porque “nascemos mães“ não é uma perspectiva real. Se tornar mãe é lindo, não precisamos nos pressionar.

 

3. Respire fundo

Eu sei que às vezes é difícil, o dia parece um caos, algumas coisas não dão certo… Mas calma, respira fundo, conta até 10 e tenha a certeza que tudo vai dar certo. Sabe por quê? Porque com todas nós é assim e todas temos dias que… Nossa, faltam palavras para descrever a irritação. Mas respira, olha para o seu pequeno e tenha a certeza que tudo vai dar certo, é só ter calma. 

 

4. Seja você

Cada uma de nós tem nosso próprio jeito de fazer as coisas, o nosso jeito de pensar e o nosso jeito de ser. Não existe um tipo de mãe e, para ser honesta, não sei nem se existem “tipos“. Existem… mães e ponto final! (Sim, foi uma exclamação, eu sei, mas você entendeu a ideia). Se aceite do seu jeito, aceite seu corpo, viva e seja única e exclusivamente você mesma. Sabe por quê? Bom, eu tenho vários, mas vou te dar dois. O primeiro porquê é que não há nada melhor do que viver a sua própria vida, andar de cabeça erguida e de peito aberto para a felicidade. Segundo, olhe para o seu pequenininho. Olhe mesmo, olhe de perto, olhe no fundo dos olhos dele. Ele te ama do jeitinho que você é e você é a grande referência para este ser humaninho tão lindo. Não tem como competir com isso. 

 

5. Gratidão é tudo de bom!

É hora de ser feliz! Ser mãe é uma loucura, um corre-corre, um ”caos organizado”, uma… Coisa maravilhosa que todo dia te ensina lições que de jeito nenhum, nunquinha na vida, você teria. Você é uma mulher única, incrível e a gente ama você do jeito que você é. Por isso, gratidão é tudo de bom!

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A melhor época para viajar com o recém-nascido

Muitas mamães têm receito de sair para viajar quando o novo integrante da família bate à porta, não é mesmo? E não é sem motivo: eles têm a saúde mais frágil e fazem as madrugadas serem bastante agitadas! Mas aproveitar o fim da licença-maternidade para conhecer lugares pode ser uma ótima ideia! E aí, ir ou não ir? Para ajudá-la em sua decisão, veja alguns pontos a serem considerados:

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– O recém-nascido tem uma vantagem na hora de viajar: ele dorme por longos períodos! E o bebê conforto é super versátil, podendo ser a caminha dele durante a viagem e também no hotel, sem transtornos.

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– Outro ponto forte de viajar com o recém-nascido é que a comida dele está garantida e segura, já que ele é amamentado. Além disso, ele não se movimenta a ponto de causar preocupações com segurança.

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– Teve o bebê na primavera ou no verão? Que ótimo, mamãe! O calor é uma época mais tranquila para viajar com ele. Com a temperatura alta, a chance de ele adoecer é bem menor, e você terá mais chances de curtir o passeio ao ar livre, sem aglomerações que possam trazer doenças. Apenas evite o vento, pois às vezes mesmo uma brisa fraca pode ser incômoda pra o bebê, tanto pelo próprio vento quanto pela poeira que ele carrega. Também atenção ao horário de exposição ao sol: se for para a praia, quanto mais cedo, melhor, já que o período de exposição ao sol para o recém-nascido é curto e não é permitido o protetor solar para bebês com menos de 6 meses de idade.

 

Dúvidas esclarecidas, é hora de verificar se as visitas ao pediatra estão em dia, tirar as últimas dúvidas a respeito da viagem e escolher o destino!

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