Meu filho não me obedece, e agora?

Você manda a sua filha calçar o sapato rosa e ela coloca o vermelho, já está na hora do banho, mas o seu filho finge que não ouve a sua ordem e continua brincando… Você conhece essa história? Situações de desobediência como essas se repetem em várias famílias e fazem parte do seu dia a dia, gerando confrontos, desgaste e sensação de impotência nos pais. A forma de lidar com esses impasses, porém, ainda causa muitas dúvidas. Os pais se encontram divididos entre a vontade de atender as necessidades e desejos dos pequenos e a necessidade de impor limites quando é preciso. O resultado a gente já sabe: os pais perdem o controle, se desanimam ou tudo acaba na base da gritaria.

Pensando nisso, vamos dar uma mãozinha e sugerir algumas atitudes que podem ajudar os papais e mamães a retomar o controle do lar, reafirmando a sua autoridade com boas doses de amor.

hgjghj

 

Regras e limites claros: o primeiro passo é estabelecer as regras e limites de maneira clara, para que a criança tenha consciência do que deve fazer e de onde errou quando desobedecer. A melhor forma de fazer isso é através no diálogo. Em vez de simplesmente impor uma regra, você pode sentar com o seu filho e pedir para ele também dar a sua opinião sobre o que deve ser feito. Assim, a criança não irá apenas obedecer de forma automática, mas se sentirá responsável e participante. Eles adoram!

 

Na hora de dar uma ordem, seja claro e objetivo na solicitação, fazendo um pedido por vez.

 

Insistência: o passo que parece ser o mais difícil, é também a regra de ouro mais eficiente. Quando der uma ordem para o seu filho, não desista se ela não for cumprida na primeira ou vigésima solicitação. Mantenha-se firme, demonstrando que a ordem não é negociável, a menos que a criança dê alguma sugestão plausível. Se os pais cedem sob o sinal de protesto ou indiferença dos filhos, isso enfraquece a sua autoridade e credibilidade, dando carta branca para o filho desobedecer quantas vezes quiser.

Se acriança for menor e fizer birra, mantenha-se firme mesmo se estiver em locais públicos. E nada de fazer ameaças ou prometer prêmios se a criança parar de chorar. Dê atenção a ela, peça para parar o choro olhando fixamente nos seus olhos e tente desviar a sua atenção para outra coisa.

5546

 

Postura de autoridade sem gritos: pode parecer que os gritos resolvem as situações emergenciais que aparecem, mas a verdade é que eles funcionam como um grande susto e que a criança dificilmente compreende o seu conteúdo ou motivo. Além disso, uma vez que você grita para ter sua ordem realizada, a criança começará a te atender apenas na base do grito. Nesses casos, o ideal é se esforçar para promover e manter uma comunicação eficiente e direta, demonstrando que você possui autoridade sem precisar gritar com seu filho. Chegue bem perto, olhe fixamente nos olhos e pergunte o que se passa, qual é o próximo passo. Se a criança desviar o olhar, segure o seu rosto com carinho e sem violência.

Nada de barganhas: quando o seu filho não obedecer prontamente, não ofereça recompensas ou faça ameaças para conseguir o que quer. Pois o filho se sentirá sempre condicionado a te atender apenas se conseguir algo em troca. Ele deve entender que a obediência é uma obrigação e não algo para ser recompensado com um prêmio. Evite também fazer a ameaça de colocá-lo de castigo, sendo que você não tem essa intenção, pois isso pode fragilizar a sua autoridade e enfraquecer a ordem.

Deixar um comentário

5 lições que aprendemos sendo mães

Para algumas de nós, os primeiros momentos da maternidade podem ser bastante assustadores e cercados por dúvida e temores. Ao longo desta trajetória tão bonita e tão amorosa, aprendemos muitas lições e agora gostaríamos de compartilhar algumas delas: 

 

1. Você não precisa ser perfeita

A ideia de mãe perfeita é, antes de tudo, muito cruel com a gente. Se preocupar com temperatura, alimentação, bem estar, humor, roupinhas, educação e tudo aquilo que cerca a vida dos pequenos, sem esquecer de nós mesmas, é uma tarefa muito difícil. Então, ser perfeita está totalmente riscado da lista, eu quero é ser a melhor mãe que eu puder ser e tenho certeza que estou fazendo um bom trabalho.

 

2. Não nascemos mães, nos tornamos mães

Se tornar mãe é um processo, um caminho de descobertas, sensação e, claro, muito amor. Assim como a perfeição, a obrigação de termos de saber tudo o tempo todo porque “nascemos mães“ não é uma perspectiva real. Se tornar mãe é lindo, não precisamos nos pressionar.

 

3. Respire fundo

Eu sei que às vezes é difícil, o dia parece um caos, algumas coisas não dão certo… Mas calma, respira fundo, conta até 10 e tenha a certeza que tudo vai dar certo. Sabe por quê? Porque com todas nós é assim e todas temos dias que… Nossa, faltam palavras para descrever a irritação. Mas respira, olha para o seu pequeno e tenha a certeza que tudo vai dar certo, é só ter calma. 

 

4. Seja você

Cada uma de nós tem nosso próprio jeito de fazer as coisas, o nosso jeito de pensar e o nosso jeito de ser. Não existe um tipo de mãe e, para ser honesta, não sei nem se existem “tipos“. Existem… mães e ponto final! (Sim, foi uma exclamação, eu sei, mas você entendeu a ideia). Se aceite do seu jeito, aceite seu corpo, viva e seja única e exclusivamente você mesma. Sabe por quê? Bom, eu tenho vários, mas vou te dar dois. O primeiro porquê é que não há nada melhor do que viver a sua própria vida, andar de cabeça erguida e de peito aberto para a felicidade. Segundo, olhe para o seu pequenininho. Olhe mesmo, olhe de perto, olhe no fundo dos olhos dele. Ele te ama do jeitinho que você é e você é a grande referência para este ser humaninho tão lindo. Não tem como competir com isso. 

 

5. Gratidão é tudo de bom!

É hora de ser feliz! Ser mãe é uma loucura, um corre-corre, um ”caos organizado”, uma… Coisa maravilhosa que todo dia te ensina lições que de jeito nenhum, nunquinha na vida, você teria. Você é uma mulher única, incrível e a gente ama você do jeito que você é. Por isso, gratidão é tudo de bom!

Deixar um comentário

A melhor época para viajar com o recém-nascido

Muitas mamães têm receito de sair para viajar quando o novo integrante da família bate à porta, não é mesmo? E não é sem motivo: eles têm a saúde mais frágil e fazem as madrugadas serem bastante agitadas! Mas aproveitar o fim da licença-maternidade para conhecer lugares pode ser uma ótima ideia! E aí, ir ou não ir? Para ajudá-la em sua decisão, veja alguns pontos a serem considerados:

0890

 

– O recém-nascido tem uma vantagem na hora de viajar: ele dorme por longos períodos! E o bebê conforto é super versátil, podendo ser a caminha dele durante a viagem e também no hotel, sem transtornos.

poó

 

– Outro ponto forte de viajar com o recém-nascido é que a comida dele está garantida e segura, já que ele é amamentado. Além disso, ele não se movimenta a ponto de causar preocupações com segurança.

51

 

– Teve o bebê na primavera ou no verão? Que ótimo, mamãe! O calor é uma época mais tranquila para viajar com ele. Com a temperatura alta, a chance de ele adoecer é bem menor, e você terá mais chances de curtir o passeio ao ar livre, sem aglomerações que possam trazer doenças. Apenas evite o vento, pois às vezes mesmo uma brisa fraca pode ser incômoda pra o bebê, tanto pelo próprio vento quanto pela poeira que ele carrega. Também atenção ao horário de exposição ao sol: se for para a praia, quanto mais cedo, melhor, já que o período de exposição ao sol para o recém-nascido é curto e não é permitido o protetor solar para bebês com menos de 6 meses de idade.

 

Dúvidas esclarecidas, é hora de verificar se as visitas ao pediatra estão em dia, tirar as últimas dúvidas a respeito da viagem e escolher o destino!

Deixar um comentário

Receita de bala de gelatina! Oba!

Para alegrar as tardes de sábado no cineminha em casa, que tal preparar algumas balas de gelatina com consistência de jujuba? A gente dá a receita:

789

 

Ingredientes:

– 3 pacotes de gelatina de um mesmo sabor;

– 2 envelopes de gelatina em pó sem sabor;

– 250ml de água fria;

– 250ml de água fervente.

 

Modo de preparo:

Dissolva os três pacotes de gelatina com sabor em 250ml de água fervente. Reserve.

Dissolva os dois pacotes de gelatina em pó sem sabor em 250ml de água fria. Leve por cinco minutos em banho-maria ou 30 segundos no micro-ondas.

Misture tudo, despeje em um pirex untado com óleo e tire o excesso com papel toalha.

Leve à geladeira por uma hora, corte em cubinhos pequenos e sirva!

Ah, para ficar com a aparência da foto, passe as balas em açúcar comum :)

Deixar um comentário

Como se proteger da superproteção e estimular a independência

Autonomia não é sinônimo de permitir que se faça o que se quer. Limites são imprescindíveis! Desde bebê, incentive a autonomia de forma controlada em momentos simples, como por exemplo quando ele está brincando sozinho ou quando tenta se levantar.

iop

 

Os pais costumam tentar executar tarefas pelos filhos, com a ideia de que eles não são capazes de realizar as coisas. Com o passar do tempo, entretanto, a criança passa a ser capaz. A questão é que os pais muitas vezes não percebem esta passagem do tempo, continuam a fazer as tarefas e, com isso, acabam por acomodar os filhos. Por isso, vigilância sobre as próprias ações é uma constante necessária.

Porém, não esqueça que crianças também precisam de limites. Durante o processo de aquisição de autonomia, elas precisam sentir que estão amparadas em suas novas conquistas. Faça com que a criança assuma, aos poucos, responsabilidades pequenas e tente resolver seus problemas, sem deixar de dar retaguarda com um canal aberto para rever questões. Conforme a criança cresce e ganha mais capacidade, distribua responsabilidades maiores. Sempre com apoio. <3

Deixar um comentário