Brinquedos espalhados pela casa? Organização neles!

Eu tenho que confessar: tropeçar em um brinquedo logo pela manhã não é das minhas atividades favoritas. Então, para solucionar o problema, criamos uma forma de organizar os brinquedos de forma simples, acessível e fácil de manter em casa, especialmente quando a gente não tem muito espaço disponível, né?!

Qual a idade do seu pequeno?

Esta informação vai nortear a forma com que fazemos nossa organização. O fundamental é nunca descuidar dos detalhes, nunca deixar caixas pesadas em altura ou itens perto da beirada de mesas e armário. Porque, na inocência de querer brincar, seu pequeno pode acabar se machucando. Lembre-se que não é possível estar o tempo todo em vigilância em todos os espaços da casa, então a melhor opção é sempre olhar para tudo e pensar: “O que pode dar errado?“. Na dúvida, mude de lugar e lembre-se sempre que a prevenção é o melhor caminho.

Caixas

As primeiras grandes aliadas da organização, as caixas podem ser diferentes materiais, do papelão reforçado ao plástico. Caixas são ótimas porque permitem que se crie um padrão de organização e você consegue aproveitar o máximo de espaço disponível.

Bom para: Brinquedos de montar, como jogos de tabuleiro, e carrinhos.

Saco a vácuo

Sabe aqueles sacos plásticos que a gente usa o aspirador para compactar? Estes são excelente para quando você quer espaço, digo, se você realmente QUER espaço!

Bom para: Brinquedos flexíveis, como ursinhos de pelúcia que já estão há algum tempo sem participar das brincadeiras, mas você não quer se desfazer deles.

Potes de papinha

Essa é uma dica de amiga para amiga! Sabe quando a sua casa vai virando um depósito daquele vidrinhos tão bonitinhos de papinha? Então, aproveite eles para guardar peças. Basta higienizar e usar. Claro, sem esquecer que precisam ficar à altura da mão para evitar acidentes.

Bom para: Jogos com peças, como tabuleiro e quebra-cabeça, além de carrinhos e tudo o que for de peça pequenininha daquelas fáceis de se perderem.

Estantes e nichos

Super úteis na organização, estas belezinhas ajudam também na decoração. Você pode compor bonecas, carrinhos, DVDs e tudo o mais que for necessário em uma organização fácil de manter já que é bem visual e fica lindo dando um toque todo especial.

Bom para: Tudo o que você precisar guardar, mas alerta vermelho para brinquedos pesados ou que possam causar acidentes.

Latas de leite e achocolatado

Reciclagem, amigas! Estes itens costumam ser super comuns na nossa casa, não é mesmo? Então por que não customizá-los e usar para guardar itens de pintura e desenho dos pequenos? Sim, basta envolver as latas em algum item de papelaria bem bonito, como EVA, papel de presente ou plástico adesivo. Todos eles precisam ser livres de produtos tóxicos e para isto basta pedir na papelaria mais próxima.

Bom para: Guarda lápis de cor, giz de cera, pinceis e tudo o que envolve o encantador mundo dos desenhos que ampliam a imaginação dos nossos pequenos.

Baús

Uma tradição que nunca perde a utilidade são os baús. Feitos em madeira ou vime, esses móveis também colaboram na decoração do quarto da criançada e são aquela ajuda de última hora quando você precisa de uma bancada para colocar algo em si.

Bom para: Brinquedos maiores, como bonecos e bonecas e até bolas.

Estas opções vão te ajudar a organizar tudo bem bonitinho e se livrar da desorganização dos brinquedos. E para garantir que tudo sempre esteja no lugar, uma conversa com seu pequeno e incluí-lo na organização deixando-o decidir onde vai cada coisa ajuda a criar um senso de responsabilidade sobre os brinquedos. Muito carinho e atenção nessa hora!

E você, tem mais dicas de organização infalível na sua casa?

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5 coisas que todo Papai Elian faz

Se você̂ acompanha a Elian nas redes sociais já́ deve ter percebido a hashtag #PapaiElian. E se você̂ não acompanha a gente por lá́… Bom, tá aí uma ótima oportunidade de se juntar à nossa família: Facebook e Instagram (com links). E hoje eu vou te contar 5 características necessárias para um papai ser um Papai Elian:

1. Ele divide as responsabilidades

Vou te contar uma coisa: O Papai Elian nunca, nunquinha, “ajuda em casa” porque ele sabe que não é papel das mulheres fazerem tudo sozinhas. O Papai Elian divide todas as responsabilidades, do banho nos pequenos ao dever de casa, história para dormir e lavar a louca. Tudo é compartilhado e organizado para não sobrecarregar ninguém.

2. Ele ama sua família

Essa é fácil, afinal o Papai Elian é um paizão que ama sua família e faz o possível para aproveitar ao máximo o tempo com ela. Seja num passeio ou seja em casa vendo tv, o que importa mesmo para ele é estar em família, conversar e sempre descobrir novas coisas.

3. Ele faz de tudo para equilibrar o tempo

Mas como ele consegue estar com a família? Bom, ele tenta equilibrar o tempo da melhor forma possível, entre o trabalho e a casa, assim como a Mamãe Elian. Mas não se engane, ele não é o tipo que vai “passar um tempo“ com os filhos, não, senhora! Ele é do tipo que irá viver e aproveitar os melhores momentos possíveis com as crianças.

4. Ele é bom ouvinte

O Papai Elian é um bom ouvinte interessado sempre em entender os problemas dos pequenos e a forma deles verem o mundo. Assim, ele também é um ótimo conselheiro, nunca impõe suas vontades, mas sugere caminhos mais fáceis para as crianças resolverem pequeninas questões no dia a dia como forma de aprenderem mais sobre o mundo.

5. Ele é único

E a gente ama isso!

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Oh My Gatinho!

Eu tentei, juro que tentei. Eu disse para mim mesma: “Não, não vou mais falar de…” Gente, gatinhos, gatinhos e mais gatinhos na coleção de inverno da Elian. É tanta fofura, é tanto amor que eu não consegui.

Esse vestididinho super quentinho com estampas de gatos cheios de charme com lacinhos e óculos está DANDO O QUE FALAR! Ele é feito em molecotton felpudo e pelinhos perfetos para as pequenas.

E sabe o que é mais incrível ainda? A nossa coleção ainda conta com uma jaqueta fofa, confortável e… Ai, é um sonho com gatinhos estampados nele. Olha só:

Daí agora, você me pergunta: “Nossa, amiga, você gosta tanto de gatinhos, assim?“. Eu te respondo: Sim e sabe quem mais gosta? As meninas que vão ficar liiiindas nestas peças Elian, não acha?

Vai, descobre Elian pertinho de você.

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Meu filho não me obedece, e agora?

Você manda a sua filha calçar o sapato rosa e ela coloca o vermelho, já está na hora do banho, mas o seu filho finge que não ouve a sua ordem e continua brincando… Você conhece essa história? Situações de desobediência como essas se repetem em várias famílias e fazem parte do seu dia a dia, gerando confrontos, desgaste e sensação de impotência nos pais. A forma de lidar com esses impasses, porém, ainda causa muitas dúvidas. Os pais se encontram divididos entre a vontade de atender as necessidades e desejos dos pequenos e a necessidade de impor limites quando é preciso. O resultado a gente já sabe: os pais perdem o controle, se desanimam ou tudo acaba na base da gritaria.

Pensando nisso, vamos dar uma mãozinha e sugerir algumas atitudes que podem ajudar os papais e mamães a retomar o controle do lar, reafirmando a sua autoridade com boas doses de amor.

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Regras e limites claros: o primeiro passo é estabelecer as regras e limites de maneira clara, para que a criança tenha consciência do que deve fazer e de onde errou quando desobedecer. A melhor forma de fazer isso é através no diálogo. Em vez de simplesmente impor uma regra, você pode sentar com o seu filho e pedir para ele também dar a sua opinião sobre o que deve ser feito. Assim, a criança não irá apenas obedecer de forma automática, mas se sentirá responsável e participante. Eles adoram!

 

Na hora de dar uma ordem, seja claro e objetivo na solicitação, fazendo um pedido por vez.

 

Insistência: o passo que parece ser o mais difícil, é também a regra de ouro mais eficiente. Quando der uma ordem para o seu filho, não desista se ela não for cumprida na primeira ou vigésima solicitação. Mantenha-se firme, demonstrando que a ordem não é negociável, a menos que a criança dê alguma sugestão plausível. Se os pais cedem sob o sinal de protesto ou indiferença dos filhos, isso enfraquece a sua autoridade e credibilidade, dando carta branca para o filho desobedecer quantas vezes quiser.

Se acriança for menor e fizer birra, mantenha-se firme mesmo se estiver em locais públicos. E nada de fazer ameaças ou prometer prêmios se a criança parar de chorar. Dê atenção a ela, peça para parar o choro olhando fixamente nos seus olhos e tente desviar a sua atenção para outra coisa.

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Postura de autoridade sem gritos: pode parecer que os gritos resolvem as situações emergenciais que aparecem, mas a verdade é que eles funcionam como um grande susto e que a criança dificilmente compreende o seu conteúdo ou motivo. Além disso, uma vez que você grita para ter sua ordem realizada, a criança começará a te atender apenas na base do grito. Nesses casos, o ideal é se esforçar para promover e manter uma comunicação eficiente e direta, demonstrando que você possui autoridade sem precisar gritar com seu filho. Chegue bem perto, olhe fixamente nos olhos e pergunte o que se passa, qual é o próximo passo. Se a criança desviar o olhar, segure o seu rosto com carinho e sem violência.

Nada de barganhas: quando o seu filho não obedecer prontamente, não ofereça recompensas ou faça ameaças para conseguir o que quer. Pois o filho se sentirá sempre condicionado a te atender apenas se conseguir algo em troca. Ele deve entender que a obediência é uma obrigação e não algo para ser recompensado com um prêmio. Evite também fazer a ameaça de colocá-lo de castigo, sendo que você não tem essa intenção, pois isso pode fragilizar a sua autoridade e enfraquecer a ordem.

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5 lições que aprendemos sendo mães

Para algumas de nós, os primeiros momentos da maternidade podem ser bastante assustadores e cercados por dúvida e temores. Ao longo desta trajetória tão bonita e tão amorosa, aprendemos muitas lições e agora gostaríamos de compartilhar algumas delas: 

 

1. Você não precisa ser perfeita

A ideia de mãe perfeita é, antes de tudo, muito cruel com a gente. Se preocupar com temperatura, alimentação, bem estar, humor, roupinhas, educação e tudo aquilo que cerca a vida dos pequenos, sem esquecer de nós mesmas, é uma tarefa muito difícil. Então, ser perfeita está totalmente riscado da lista, eu quero é ser a melhor mãe que eu puder ser e tenho certeza que estou fazendo um bom trabalho.

 

2. Não nascemos mães, nos tornamos mães

Se tornar mãe é um processo, um caminho de descobertas, sensação e, claro, muito amor. Assim como a perfeição, a obrigação de termos de saber tudo o tempo todo porque “nascemos mães“ não é uma perspectiva real. Se tornar mãe é lindo, não precisamos nos pressionar.

 

3. Respire fundo

Eu sei que às vezes é difícil, o dia parece um caos, algumas coisas não dão certo… Mas calma, respira fundo, conta até 10 e tenha a certeza que tudo vai dar certo. Sabe por quê? Porque com todas nós é assim e todas temos dias que… Nossa, faltam palavras para descrever a irritação. Mas respira, olha para o seu pequeno e tenha a certeza que tudo vai dar certo, é só ter calma. 

 

4. Seja você

Cada uma de nós tem nosso próprio jeito de fazer as coisas, o nosso jeito de pensar e o nosso jeito de ser. Não existe um tipo de mãe e, para ser honesta, não sei nem se existem “tipos“. Existem… mães e ponto final! (Sim, foi uma exclamação, eu sei, mas você entendeu a ideia). Se aceite do seu jeito, aceite seu corpo, viva e seja única e exclusivamente você mesma. Sabe por quê? Bom, eu tenho vários, mas vou te dar dois. O primeiro porquê é que não há nada melhor do que viver a sua própria vida, andar de cabeça erguida e de peito aberto para a felicidade. Segundo, olhe para o seu pequenininho. Olhe mesmo, olhe de perto, olhe no fundo dos olhos dele. Ele te ama do jeitinho que você é e você é a grande referência para este ser humaninho tão lindo. Não tem como competir com isso. 

 

5. Gratidão é tudo de bom!

É hora de ser feliz! Ser mãe é uma loucura, um corre-corre, um ”caos organizado”, uma… Coisa maravilhosa que todo dia te ensina lições que de jeito nenhum, nunquinha na vida, você teria. Você é uma mulher única, incrível e a gente ama você do jeito que você é. Por isso, gratidão é tudo de bom!

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