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Saúde: 6 dúvidas sobre alimentação durante a amamentação

Assim como na gravidez, durante a amamentação a alimentação da mamãe merece uma atenção toda especial. Não existe um cardápio pré-determinado, mas algumas dicas podem ajudar a melhorar os hábitos.

1. Restrição Alimentar

A princípio, nenhum alimento é proibido. Mas, é preciso ficar atenta a reação do bebê a determinadas substâncias, que podem ser rejeitadas pelo organismo dele, tais como leite de vaca, casatanhas, frutos do mar ou carne de porco. Na dúvida, consulte sempre seu médico antes de cortar qualquer item do cardápio. É muito importante abrir mão de bebidas alcoólicas durante o período.

2. Fazer regime pode?

Cortar calorias é perigoso, final o organismo precisa de energia pra produzir o leite materno. Durante a amamentação, a mamãe precisa de 20% mais calorias do que em um período noremal. Lembre-se: o ato de amamentar faz perder peso gradualmente.

3. Alimento light ou diet

O ideal é fazer uso moderado destes alimentos, pois não são considerados saudáveis. É melhor usar açúcar em menos quantidade.

4. Mamãe vegetariana

É importante se certificar de que se está ingerindo vitaminas e minerais suficientes. Consulte um nutricionista para elaborar o cardápio ideal

5. Atenção com o gases do bebê

Alimentos como brócolis, repolho, feijão, ovo, marisco, chocolate, milho, cebola, alho e alguns temperos, podem causar gases, diarréia ou brotoeja no bebê. Para se certificar de quais alimentos fazem mal ao bebê, basta deixá-los de consumir por dois dias e observar se os sintomas desaparecem.

6. E o cafezinho, pode?

A cafeína algumas vezes afeta o leite e provoca agitação e irritação no bebê, além de desconforto no estômago. Isto também vale para chás pretos, refrigerantes e chocolates.

Dica: Lanchinho bom
Adote o hábito de comer um lanchinho nutritivo como uma vitamina de iogurte com frutas, barrinha de cereais ou torrada com queijo sempre que for dar de mamar.

Fonte: Revista Materlife

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Gravidez: Como preparar os seios para a amamentação

Toda gestante passa por essa preocupação: como prevenir as temidas rachaduras, chamadas de traumas de mamilos. A melhor dica é ter paciência até que haja a adaptação da mãe com o bebê, e vice versa. O que não pode é desistir, já que o leite materno é super importante e previne muitas doenças.

Existem algumas dicas que podem ajudar nessa tarefa. Confira.

Durante a gravidez:

  • A principal e mais eficaz, é tomar sol nos seios, por cerca de 5 minutos por dia.
  • Esfoliar o bico do seio com buchas vegetais  pode causar fissuras e liberar o colostro (leite de baixo volume e alto teor nutritivo que sai nos primeiros dias após o parto).
  • Se o seu mamilo é invertido ou plano, as conchas para mamilos invertidos são uma ótima opção, e podem ser usadas a partir do quarto mês de gravidez.

Chegou a hora de amamentar:

  • Na hora de amamentar, a boca do bebê deve envolver toda a aréola.
  • Para deixar a pele mais flexível, abuse das pomadas à base de lanolina pura, que ajudam na cicatrização e podem ser ingeridas pelo bebê.
  • Uma alternativa bastante eficaz para proteger os bicos são as conchas para seios, que também coletam o leite que estiver vazando. Elas são usadas por dentro do sutiã.


Acima de tudo, converse com seu médico para saber o que é mais recomendado no seu caso e aproveite os dias na maternidade para tirar todas as dúvidas e obter toda a ajuda das enfermeiras.

Fonte: Revista Pais e filhos

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Comportamento: Amamentação

O ato de amamentar garante a saúde da mãe e do bebê. Mas, muitas mulheres desanimam diante da recusa dos filhos nas primeiras tentativas ou das feridas e dores provocadas nos mamilos pelos movimentos de sucção.

Saiba que existe solução para os dois problemas, mas uma dose de paciência não pode faltar nos dois casos.

Preparando o seio para a amamentação

A revista Crescer reuniu algumas dicas para preparar o seio para a amamentação evitando desconfortos durante o processo. Vale a pena conferir aqui!

A posição correta para amamentar

Bebês são diferentes uns dos outros. Nem sempre a mesma técnica pode ser aplicada para todos. O quadro S.O.S Mais Você, do programa Mais Você da rede Globo, fez uma matéria com o médico Guilherme Furtado contando as dificuldades de uma mãe para amamentar a filha e como ela superou essa fase. Veja a história aqui e descubra como você pode conseguir superar obstáculos.

 

Além de contribuir para a saúde da mãe e do bebê o ato estreita os laços de afeto

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Ser mãe vai, literalmente, mudar sua cabeça

Um grupo de cientistas do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, desenvolveu mapas das ondas cerebrais de 19 mulheres poucas semanas depois de terem dado a luz. Três meses depois o mapeamento foi repetido. O resultado comprovou cientificamente, que a maternidade muda os sentimentos e o raciocínio.

Os exames mostraram que algumas áreas do cérebro – associadas à preocupação, aprendizado e formação de sentimentos positivos – haviam se expandido. Regiões ligadas ao planejamento e capacidade de tomar decisões também aumentaram.

Os pesquisadores ainda não conseguiram concluir se é o crescimento do cérebro que provoca mudanças de sentimentos ou o contrário. Mas, essa é primeira vez que foi detectada a relação entre sensações e alterações físicas.

Cientistas descobriram que a maternidade provoca o crescimento de determinadas áreas do cérebro.

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Alimentação infantil: O desafio do 0 aos 12 meses

A OMS (Organização Mundial da Saúde) determina: o leite materno deve ser a única fonte de alimentação do bebê nos seis primeiros meses de vida. Depois disso a mãe pode começar a oferecer novos alimentos. Mas, ainda de acordo com a OMS, a amamentação deve continuar como complemento do cardápio infantil até os dois anos de idade.

Segundo a nutricionista Solange de Oliveira Saavedra a nova rotina alimentar deve começar com sucos e depois papinhas. “A mãe deve raspar a fruta com uma colher ou amassá-la com um garfo. A consistência tem que ser pastosa e não líquida e, com o passar do tempo, evoluir para uma consistência cada vez mais sólida”, explica.

Para facilitar essa nova fase na vida de mãe e filho, separamos algumas dicas baseadas na opinião de especialistas. Confira.

0 a 6 meses
O leite materno supre toda a necessidade nutricional do bebê nos primeiros meses de vida. É aconselhável que seja a única fonte de alimentação. “Criança que só mama no peito não precisa receber água, chás ou sucos. Apenas o leite materno é suficiente para dar toda a água de que precisa” alerta o pediatra Paulo Fontella Filho.

Além de fornecer todos os nutrientes necessários nos primeiros meses de vida, a amamentação protege a mãe contra doenças cardiovasculares.

5 ou 6 meses
A introdução de novos alimentos deve ser gradativa. Sucos (laranja lima) e papinhas de frutas bem amassadas. “A mãe deve oferecer o leite materno pela manhã e dividir as papinhas e sucos entre as outras refeições do dia”, aconselha a Coordenadora de Nutrição Clínica do Hospital Israelita Albert Einstein (SP), Ariane Nadolskis Severine.

7 ou 8 meses
Nessa fase as papinhas salgadas devem entrar para a rotina alimentar da criança.

Depois do leite materno, chegou a vez das papinhas entrarem no cardápio das crianças.

9 meses
Gema de ovo cozida, iogurte, carne ou peixe para suprir as necessidades de proteínas.

12 meses
Pode oferecer à criança a dieta habitual da família. Nessa fase o bom exemplo na alimentação vai determinar os hábitos alimentares da criança.

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