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14 de novembro – Dia da Alfabetização

Ensinar uma criança a ler e escrever não é trabalho apenas dos educadores. Cabe aos pais desenvolver e incentivar o gosto pela leitura, demonstrando sempre a importância da educação em suas vidas.

No dia que se comemora o Dia da Alfabetização, vem à tona a discussão do novo papel das instituições de ensino na formação de cidadãos. Também é o momento de nos livrarmos de conceitos antigos, que não acompanham mais a maneira de agir das atuais e futuras gerações.

A escola deve envolver toda a família e mais que ler, escrever e somar, deve ensinar os alunos a pensar, ter senso crítico e trabalhar as diferenças. Mas esse é um trabalho em conjunto com as famílias, não importando as suas configurações.

Educação de qualidade é direito assegurado pela Constituição Brasileira. Por isso mesmo, não importa se a instituição é pública ou privada, a sociedade deve exigir que isso seja cumprido. No Brasil, outro desafio enfrentado é a enorme diversidade socioeconômica e cultural do país.

Nessa realidade, como garantir quer crianças e jovens sejam preparados da melhor forma possível para aturar na sociedade? Deixe a sua opinião e leia a entrevista do professor José de Nicola sobre os rumos da educação no país.

Não é responsabilidade apenas da criança, nem apenas da escola, a educação é responsabilidade da família em primeira estância, depois da sociedade que deve exigir dos governantes que ela seja de qualidade.

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Seu filho sapateia quando quer alguma coisa?

Saiba que o chilique das crianças para que suas vontades sejam feitas é muito comum. Mas, especialistas garantem que ceder aos desaforos é dar espaço para a repetição do ato.

Só que quando a cena se desenrola em locais públicos, como em lojas ou supermercados, por exemplo, a tendência é dos pais cederem às exigências por vergonha ou simplesmente para acabar com o berreiro.

O neuropediatra do Departamento de Comportamento e Desenvolvimento da Sociedade Brasileira de Pediatria, Saul Cypel, explica que mesmo em casos aparentemente perdidos os pais precisam manter a calma e conversar mostrando que não se pode ter tudo na hora que se quer. “O chilique é uma maneira de tentar controlar o comportamento dos pais. Quando estes cedem, a criança pensa que conseguirá o que deseja sempre que se exaltar” pontua Cypel.

E você mamãe, já passou por situações como essas? Como resolveu? Deixe seu comentário. Compartilhar experiências é uma das formas mais recompensadoras de aprendizado.

“beicinho”, “charminho”, “cara feia”, “birra”... Chame do que quiser, apenas não ceda.

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Vaidade Infantil

As crianças estão se preocupando com a aparência cada vez mais cedo, principalmente as meninas. Elas vestem as últimas tendências da moda e freqüentam salões de beleza que já oferecem produtos e tratamentos especiais para a pouca idade desse público.

As anônimas já têm na mídia em quem se espelhar. Dentre as mini fashionistas, Suri Cruise, a filha dos astros Tom Cruise e Katie Holmes, se destaca. Aos 5 anos ela já é uma celebridade. A pequena fashionista gera polêmica ao aparecer em fotos usando maquiagem e salto alto.

“A vaidade é algo normal, a criança, principalmente as meninas, idealiza ser outra pessoa”, explica a psicóloga e psicopedagoga Alessandra Wajnsztein. A profissional só vê problemas quando parte para o lado do exagero. Quando a criança troca as brincadeiras com os amiguinhos por uma tarde com tratamentos de beleza, por exemplo.

Outro destaque, mas não menos polêmico, é Willow Smith, filha do astro Will Smith e Jada Pinket Smith. Desde os 7 aninhos a pequena faz sucesso como cantora e como ícone fashion. Hoje, aos 9 anos, suas roupas ficaram mais despojadas.

Mas e você mamãe: o que acha do mundo fashion infantil? Deixe seu comentário.

Suri, de apenas 5 anos, é super vaidosa e desfila por ai de salto e maquiagem.

Aqui dois anos mais nova, com vestido estampado, destaque nos desfiles primavera-verão 2009.

Willow Smith com roupas mais clássicas aos 7 anos de idade.

Cabelo mais fashion e roupas com correntes aos 9 anos. Na imprensa americana ela ganhou o apelido de “mini Rihana”.

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Alimentação infantil: O desafio do 0 aos 12 meses

A OMS (Organização Mundial da Saúde) determina: o leite materno deve ser a única fonte de alimentação do bebê nos seis primeiros meses de vida. Depois disso a mãe pode começar a oferecer novos alimentos. Mas, ainda de acordo com a OMS, a amamentação deve continuar como complemento do cardápio infantil até os dois anos de idade.

Segundo a nutricionista Solange de Oliveira Saavedra a nova rotina alimentar deve começar com sucos e depois papinhas. “A mãe deve raspar a fruta com uma colher ou amassá-la com um garfo. A consistência tem que ser pastosa e não líquida e, com o passar do tempo, evoluir para uma consistência cada vez mais sólida”, explica.

Para facilitar essa nova fase na vida de mãe e filho, separamos algumas dicas baseadas na opinião de especialistas. Confira.

0 a 6 meses
O leite materno supre toda a necessidade nutricional do bebê nos primeiros meses de vida. É aconselhável que seja a única fonte de alimentação. “Criança que só mama no peito não precisa receber água, chás ou sucos. Apenas o leite materno é suficiente para dar toda a água de que precisa” alerta o pediatra Paulo Fontella Filho.

Além de fornecer todos os nutrientes necessários nos primeiros meses de vida, a amamentação protege a mãe contra doenças cardiovasculares.

5 ou 6 meses
A introdução de novos alimentos deve ser gradativa. Sucos (laranja lima) e papinhas de frutas bem amassadas. “A mãe deve oferecer o leite materno pela manhã e dividir as papinhas e sucos entre as outras refeições do dia”, aconselha a Coordenadora de Nutrição Clínica do Hospital Israelita Albert Einstein (SP), Ariane Nadolskis Severine.

7 ou 8 meses
Nessa fase as papinhas salgadas devem entrar para a rotina alimentar da criança.

Depois do leite materno, chegou a vez das papinhas entrarem no cardápio das crianças.

9 meses
Gema de ovo cozida, iogurte, carne ou peixe para suprir as necessidades de proteínas.

12 meses
Pode oferecer à criança a dieta habitual da família. Nessa fase o bom exemplo na alimentação vai determinar os hábitos alimentares da criança.

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Como escolher as roupas ideais para as crianças

Criança adora brincar. Corre de um lado para o outro, se contorce nas mais variadas estripulias.  Esse fato deve ser levado em conta na hora de escolher as roupas que os seus filhos vão vestir.

Conforto e qualidade devem estar sempre presentes nas peças do vestuário infantil. “As roupas devem ser ajustadas ao tamanho da criança. As justas não são confortáveis para a criança por inibirem os movimentos dela”, explica o produtor e consultor de moda, Robi Spatti.

E é claro que a Elian tem tudo que seu filho precisa! Com mais de vinte anos de história, a marca é sinônimo de estilo, lança tendências e deixa papais e mamães tranquilos por apostar alto no quesito qualidade e conforto.  O conceito da marca “A roupa virou brincadeira”, traduz exatamente o que a Elian quer proporcionar para seu filho: conforto e diversão. Porque  acreditamos que aproveitar cada momento faz parte da construção da personalidade e educação dos pequenos.

Então que tal algumas dicas com a nossa Coleção Inverno 2011, que propõe uma gostosa viagem imaginária pelo túnel de tempo? Para as meninas peças com todo o charme romântico e para os meninos roupas inspiradas nas disputas automobilísticas de antigamente.

Deixe seu filho vestir toda a magia da infância!

Um toque de graça na estampa de bolinha laçinho na lapela

Estampa divertida para os meninos

Um colarinho alinhado bem ao estilo “bom moço”. Não fica uma graça?

Muito charme na composição do look para as “mocinhas”

Vamos combinar que esta coleção está um a.r.r.a.s.o, né? Confira muito mais no nosso site. ;-)

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