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Como escolher e economizar na compra do material escolar

Em breve inicia mais um ano letivo na vida do seu filho. Com ele vem aquela lista, muitas vezes longa, de materiais que precisam ser comprados. Os itens variam de acordo com a série que a criança está freqüentando. O que não muda é o gasto e preocupação dos pais com a qualidade dos produtos. Para poupar o planejamento financeiro da família e garantir a segurança dos pequenos na hora de manusear cadernos, lápis, réguas, compassos, etc., selecionamos dicas simples. Confira.

Faça compras coletivas
Você pode se cadastrar nos sites de compras coletivas na internet ou formar um grupo de mães e comprar no atacado. O valor é dividido igualmente e todos saem ganhando com a economia.

Cuidado com o barato que pode sair caro
O preço de determinado produto está irresistível, mas você nunca ouviu falar da marca. Então cuidado. Além de durar pouco, um lápis de qualidade inferior, por exemplo, pode se quebrar soltando farpas e machucar seu filho.

Pesquise
Comprar tudo no mesmo lugar pode até ser cômodo, mas não é saudável para o bolso. Compare e pesquise preços em pelo menos três estabelecimentos.

A internet e sebos são boas opções para economizar na compra de livros
Sites oferecem promoções de livros com ótimos preços, mas você também pode recorrer aos sebos e encontrar exemplares em bom estado de conservação.

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O Papai Noel existe?

Com a chegada do natal, o Papai Noel visita a grande maioria das cidades no país. As crianças, de um modo geral, deixam-se levar pelo encanto do personagem por não ter muita noção da realidade que envolve os presentes debaixo da árvore de natal.

Mas, cedo ou tarde, a realidade começa a se desenhar diante dos olhinhos infantis. Chega uma hora que os adultos são surpreendidos com perguntas do tipo: “O Papai Noel existe mesmo?”

O que fazer nessa hora? É certo “mentir” para os pequenos? É certo tirar deles o direito a fantasia? Já sabemos que a grande maioria dos especialistas em educação infantil aconselha a sempre dizer a verdade. Mas existem maneiras para fazer isso de acordo com cada faixa etária.

Em um artigo para o site Toque Feminino, a Pedagoga Especialista em Psicopedagogia e Educação Especial, Maria Irene Maluf, orienta os pais sobre como lidar com a situação. “Quando a criança chega a perguntar aos pais se o ‘Papai Noel existe?’, é porque ela já tem no mínimo alguma dúvida. O ideal é devolver a pergunta a ela, para se ter mais idéia do que realmente ela já sabe e do que está preparada para saber. Assim, perguntar ‘o que você acha, meu filho?’, abre portas para um diálogo”, explica a profissional.
Leia AQUI o texto na integra e prepare-se para a pergunta inevitável.

Como os contos de fada, ele faz parte do universo infantil.

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14 de novembro – Dia da Alfabetização

Ensinar uma criança a ler e escrever não é trabalho apenas dos educadores. Cabe aos pais desenvolver e incentivar o gosto pela leitura, demonstrando sempre a importância da educação em suas vidas.

No dia que se comemora o Dia da Alfabetização, vem à tona a discussão do novo papel das instituições de ensino na formação de cidadãos. Também é o momento de nos livrarmos de conceitos antigos, que não acompanham mais a maneira de agir das atuais e futuras gerações.

A escola deve envolver toda a família e mais que ler, escrever e somar, deve ensinar os alunos a pensar, ter senso crítico e trabalhar as diferenças. Mas esse é um trabalho em conjunto com as famílias, não importando as suas configurações.

Educação de qualidade é direito assegurado pela Constituição Brasileira. Por isso mesmo, não importa se a instituição é pública ou privada, a sociedade deve exigir que isso seja cumprido. No Brasil, outro desafio enfrentado é a enorme diversidade socioeconômica e cultural do país.

Nessa realidade, como garantir quer crianças e jovens sejam preparados da melhor forma possível para aturar na sociedade? Deixe a sua opinião e leia a entrevista do professor José de Nicola sobre os rumos da educação no país.

Não é responsabilidade apenas da criança, nem apenas da escola, a educação é responsabilidade da família em primeira estância, depois da sociedade que deve exigir dos governantes que ela seja de qualidade.

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Lei deve proibir palmadas até dezembro

Palmadas são disciplinadoras ou servem apenas para descarregar a raiva dos pais? Afinal de contas, qual o limite dos castigos físicos para crianças e adolescentes? Você é a favor ou contra ao ato?

Esses e outros questionamentos voltam a pauta de discussões das ONGS de proteção à crianças e adolescentes, Ministério Público e da sociedade em geral, depois que o projeto de lei 7. 672/10, conhecido como a Lei da Palmada, começou a ser analisado, no mês passado, pela Câmara dos Deputados.

Uma comissão especial, criada para estudar a medida, deve tomar uma decisão até o início de dezembro. Caso seja aprovada, os pais que baterem nos seus filhos poderão ser encaminhados para tratamentos psicológicos, cursos de orientação, ou ainda receber uma advertência formal da justiça.

Há quem pense que a discussão precisa ser amadurecida por impor uma mudança nas relações familiares, um deslocamento de autoridade familiar. Participe da discussão deixando sua opinião sobre a Lei da Palmada!

Para mais informações acesse!


De medida disciplinadora à crime. Lei da palmada quer inibir o ato.

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Pequenos no tamanho, grandes na influência

Desde cedo eles já sabem o que querem. Costumam brigar, bater o pé e fazer birra para terem suas vontades atendidas. O mercado já está de olho neles, que tem até categoria especial: São os “Consumidores Mirins”.

“No geral, eles sabem o que querem, mas não costumam ser criteriosos quanto a qualidade dos produtos,” alerta Marilena Lazzarini, coordenadora executiva do Idec. O conselho dela é que os pais permitam que a criança escolha, dentro de suas poses, mas fiquem de olho no que os filhos levam para casa.

Por estar consciente da “fragilidade” desse público, formado por crianças de 11 a 14 anos, o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) criou o Guia do Consumidor Mirim. O objetivo é educar esse público jovem, transformando-os em consumidores responsáveis e conscientes de seus direitos e deveres.

Você pode ter acesso ao guia clicando aqui. =)

Os pequenos até sabem o que querem, mas não possuem critérios para julgar a qualidade do produto.

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