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Lei deve proibir palmadas até dezembro

Palmadas são disciplinadoras ou servem apenas para descarregar a raiva dos pais? Afinal de contas, qual o limite dos castigos físicos para crianças e adolescentes? Você é a favor ou contra ao ato?

Esses e outros questionamentos voltam a pauta de discussões das ONGS de proteção à crianças e adolescentes, Ministério Público e da sociedade em geral, depois que o projeto de lei 7. 672/10, conhecido como a Lei da Palmada, começou a ser analisado, no mês passado, pela Câmara dos Deputados.

Uma comissão especial, criada para estudar a medida, deve tomar uma decisão até o início de dezembro. Caso seja aprovada, os pais que baterem nos seus filhos poderão ser encaminhados para tratamentos psicológicos, cursos de orientação, ou ainda receber uma advertência formal da justiça.

Há quem pense que a discussão precisa ser amadurecida por impor uma mudança nas relações familiares, um deslocamento de autoridade familiar. Participe da discussão deixando sua opinião sobre a Lei da Palmada!

Para mais informações acesse!


De medida disciplinadora à crime. Lei da palmada quer inibir o ato.

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Limites na educação dos filhos – Ensinar sem perder a paciência

Um dos maiores desafios dos pais na atualidade é a de impor limites quando se trata da educação dos filhos. Passar a mão na cabeça quando a criança comete um erro não vai fazer com que ela se sinta mais amada e protegida. Ao contrário, vai somente reforçar o erro.

O assunto é delicado, principalmente porque não existe manual de instrução ensinando como se deve educar uma criança. Mas, colocar limites está se mostrando, cada vez mais, como uma necessidade na educação das crianças.

Especialistas como o médico psiquiatra e professor Içami Tiba, acreditam no equilíbrio e no bom senso para se obter resultados positivos. “Crianças erram muito, pois é assim que aprendem. Mães e pais podem julgar as atitudes, mas não os filhos. Se a atitude foi egoísta, o que deve ser mostrado é o egoísmo e não dizendo: “você é egoísta”.

Ser liberal demais ou exigente além da conta é uma preocupação constante na hora de educar. Mas, de acordo com o médico, existe uma maneira simples dos próprios pais perceberem quando estão exagerando. “Quando a repressão é mais forte do que a vontade saudável do filho de querer fazer, significa que a medida está ultrapassada” – dá um exemplo.
Outro ponto importante: gritos e palmadas não resolvem desobediência. Um “não” dito de forma firme e decidida é o que conserta a situação. Mas o especialista alerta: “diga o não somente quando houver necessidade e não por impaciência”.

Gritos não resolvem a situação

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Acidentes domésticos com crianças – alertar com amor é o melhor remédio

Sua casa é um mundo fascinante a ser explorado por um bebê que está começando a engatinhar e se apoiar nas coisas. Os maiorzinhos, entre 3 e 6 anos, também se encantam pelas novidades e vão tocar, desmontar e experimentar coisas e objetos que podem machucá-los.

Como as crianças não têm noção do perigo acabam se acidentando dentro da própria casa. Cabe aos pais a tarefa de protegê-los e evitar dores de cabeça. As crianças de idade mais avançada já tem condições de entender, com uma boa conversa, que este ou aquele objeto aparentemente inocente pode causar acidente. Já para os menores, o melhor mesmo é criar barreiras que o mantenham longe dos perigos.

Se este cenário faz parte do seu dia-a-dia, preste atenção a algumas dicas para evitar transtornos com os pequenos e lembre-se: o amor e o diálogo são as melhores formas de educar para a vida.

- Não permita brincadeiras na cozinha;
- Afaste sofás e mesas da janela;
- Grades devem ter de 6cm a 8cm, para não permitir a passagem da cabeça;
- Mantenha material de limpeza e medicamentos fora do alcance;
- Não deixe baldes e bacias com água no chão, evitando risco de afogamento;
- O vaso sanitário deve permanecer fechado e a tampa deve ser pesada para evitar a abertura;
- Tomadas devem ser fechadas com protetor adequado;
- Lençóis e protetores de berço devem estar fixados ou amarrados para evitar sufocamento;
- Retire toalha das mesas, o bebê pode puxá-la e derrubar tudo sobre si;
- Mantenha sacos plásticos de alcance;
- Observe a idade indicativa dos brinquedos e os selos reguladores do INMETRO ( Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial) e ABRINQ (Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos);
- Retire tapetes para evitar tropeções e escorregões.

Cuide das crianças na cozinha, ela é perigosa para pequenos curiosos!

ituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial) e Abrinq (Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos)
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Vai ficar longe do seu filho?

10 DICAS PARA TUDO DAR CERTO

1 – SEMPRE DIGA A VERDADE

Dizer, por exemplo, que só vai até “ali” fazer uma coisinha e, na verdade, demorar horas para voltar, pode causar frustrações nas crianças e retardar o processo de aceitação. Assim, cada despedida vai se tornar um problema. E, sim, essa comunicação tem que acontecer desde bem pequenos: mesmo que eles não entendam completamente.

2 – CONTROLE SUA ANSIEDADE

O momento da despedida, no geral, é mais difícil para os pais do que para a própria criança. Cuide para que sua angústia e insegurança não reflitam diretamente no seu filho. Pais inseguros geram filhos inseguros. Esteja certa de que a pessoa com quem você deixará seu filho ou a escola que escolheu transmitam conforto.

3 – NÃO SAIA DE FININHO

Sair à francesa pode fazer com que a criança demore a se adaptar à ausência dos pais. Esse tipo de atitude pode, segundo especialistas, produzir crianças inseguras e medrosas. Diga sempre “tchau”, mesmo que sem alarde. Ele precisa se sentir comunicado, importante.

4 – VOLTOU? COMEMORE MESMO!

Se seu filho estiver acordado quando você retornar, mostre mesmo o quanto sentiu a falta dele. Se estiver dormindo, jamais deixe de ir até ele também. Dê um beijo, ajeite a coberta e ele já vai saber que você esteve por perto. E terá uma noite tranquila.

5 – HONRE OS HORÁRIOS

Faça tudo para chegar no horário que marcou com ele, pois a demora é angustiante para a criança.

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Meu bebê está com cólica – o que devo fazer?

Cólicas em recém-nascidos são normais, depois do nascimento o organismo do bebê precisa de um tempo para se adaptar a nova alimentação. E isso é um dos maiores fatores deste desconforto.

A maioria dos pais passa por momentos de dúvida quando seu bebê começa a chorar, sem um motivo aparente. Depois de verificar se não é fome e se as fraldas estão limpinhas, a chance de ser dores de cólicas é grande.

As cólicas são câimbras musculares que geram desconforto. Reações normais dos bebês desde o nascimento, elas acontecem geralmente em bebês até o terceiro ou quarto mês de vida.

O sistema intestinal do bebê está recebendo alimento e com isso seu funcionamento fica acelerado. Normal, acontece com todas as crianças. As paredes do intestino se contraem e relaxam sem equilibrio e isso leva a essas dores. Por isso os pediatras indicam que até o sexto mês a criança receba apenas leite como forma de alimentação, caso contrário, as cólicas podem piorar.

Geralmente as dores acontecem no fim do dia, o que deixa as mamães tensas e nervosas já que neste período todos estão mais cansados. A agitação do dia pode aumentar a cólica do bebê. Lembre-se, seu filho precisa de paz e tranquilidade durante a adaptação da nova alimentação nos primeiros meses.

Eles choram muito, já que essa dor é uma sensação nova. Para aprender a entender os sinais que a criança apresenta é necessário observar as características do choro. O bebê fica irritado, faces vermelhas, faz caretas, se encolhe e o choro é alto e estridente.

Amor e carinho são as melhores sugestões para os pais e mães durante o período de desconforto da criança, a calma fará com que o bebê sinta-se seguro.

Algumas dicas para prevenir cólicas:

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